Resumo em PDF:Determinação, por Angela Duckworth
Resumo do livro: Aprenda os pontos principais em poucos minutos.
Abaixo está uma prévia do resumo do livro Grit, de Angela Duckworth, feito pela Shortform. Leia o resumo completo e detalhado na Shortform.
Resumo de uma página em PDF sobre Grit
Muitos líderes e empresários de sucesso são elogiados como “grandes gênios”, mas a psicóloga Angela Duckworth argumenta que o talento e a inteligência são menos importantes para o sucesso do que a determinação: o traço de personalidade por trás da perseverança, do trabalho árduo e do estabelecimento de metas. Em Grit, ela explora o que é determinação, de onde ela vem, como ela leva ao sucesso e como você pode desenvolvê-la.
Duckworth está principalmente interessada em como criar crianças determinadas, e suas ideias têm inspirado pais e educadores em todo o mundo desde a publicação do livro, em 2016. No entanto, ela acredita que os adultos também podem desenvolver determinação e apresenta maneiras específicas e mensuráveis de fazer isso.
Seu trabalho alimentou debates sobre o que é mais importante: talento ou esforço. Neste guia, examinamos essas controvérsias e consideramos as percepções de outros psicólogos que apoiam as ideias de Duckworth ou revelam suas nuances.
(continuação)...
- É orientado para o serviço, com o objetivo de ajudar os outros.
As quatro etapas da determinação
Duckworth identifica e explora quatro recursos psicológicos que levam à determinação, e ela os considera como quatro estágios:
- Juros
- Prática
- Objetivo
- Esperança
Duckworth argumenta que essas etapas se complementam. O interesse é a primeira etapa — sem interesse em uma habilidade ou assunto, uma pessoa não iniciará o caminho para o domínio. A prática é a próxima etapa — a prática assume o controle quando o interesse evolui de uma exploração lúdica para algo mais deliberado. O propósito vem em seguida, depois que a pessoa atinge um certo nível de domínio e pode começar a olhar para fora para descobrir como sua habilidade pode beneficiar outras pessoas. A esperança, argumenta Duckworth, não é uma etapa final e separada, mas sim uma etapa que acompanha as outras três durante todo o processo, pois alimenta as outras etapas com um sentimento de otimismo e empoderamento.
Elementos adicionais da determinação
Outros psicólogos que estudam a determinação sugeriram outros recursos psicológicos que compõem uma mentalidade determinada. Alguns observaram que uma atitude determinada requer coragem— a capacidade de superar o medo. Outros acrescentam ambição à lista, observando que, nesse contexto, ambição não significa desejo de superioridade, mas sim desejo de excelência. Vários psicólogos mencionam resiliência— a capacidade de se recuperar de fracassos.
Duckworth não aborda esses itens como elementos separados da determinação, mas podemos ver como eles se relacionam com alguns dos elementos que ela define. Por exemplo, coragem, ambição e desejo de excelência podem ser produtos de um senso de propósito. O desejo de excelência também pode impulsionar a motivação para praticar e ser impulsionado pelo interesse. A resiliência está implícita no conceito de esperança de Duckworth.
De modo geral, a teoria de Duckworth descreve uma compreensão básica de como a determinação se desenvolve e serve como ponto de partida — uma estrutura — para identificar outras qualidades que também levam uma pessoa a dominar uma habilidade.
Fase 1: Interesse
Duckworth afirma que a determinação começa com o interesse, pois o interesse é a semente da paixão— um interesse bem desenvolvido leva a um compromisso de longo prazo com um objetivo. De forma consistente, Duckworth observa que pessoas determinadas amam o que fazem e ficam muito felizes em fazê-lo. Elas se dedicam a projetos não porque são forçadas a isso ou porque se sentem obrigadas, mas porque querem.
(Nota resumida: por esse motivo, alguns psicólogos afirmam que as escolas que tentam ensinar determinação se concentram demais na persistência e deveriam, em vez disso, se concentrar em fomentar o interesse, pois o interesse é a base para a perseverança ao longo do tempo. Eles argumentam que o sucesso depende menos de uma mera atitude de persistência e é mais influenciado pela motivação intrínseca de uma pessoa — alimentada pelo interesse — e é a motivação intrínseca que cria uma atitude de persistência.)
Duckworth observa que a maioria das pessoas não encontra interesses significativos no início da vida, e elas não simplesmente encontram algo, se apaixonam pela ideia e têm uma direção sólida a partir de então. Em vez disso, as pessoas encontram seus interesses experimentando diferentes áreas e atividades, escolhendo uma para se concentrar e, então, se envolvendo cada vez mais com ela.
(Nota resumida: Em seu livro A Década Definitiva, a psicóloga Meg Jay afirma que a experimentação ativa faz parte de uma crise de identidadeprodutiva — um processo de descobrir quem você é e o que deve fazer com sua vida. Ela observa que a maioria das pessoas pensa nas crises de identidade como períodos de intensa reflexão e, embora reconheça que a reflexão é uma parte essencial de uma crise de identidade, ela argumenta que a parte realmente útil não é apenas pensar, mas agir ativamente. É somente através da ação, diz ela, que você pode realmente descobrir o que gosta e que tipo de vida te atrai.)
Etapa 2: Prática
Duckworth observa que, embora o trabalho árduo seja crucial para o sucesso, ele não o garante. O tipo de trabalho árduo é essencial. Às vezes, uma pessoa pode dedicar inúmeras horas a uma atividade, mas nunca passar de um domínio mediano dela. Ela argumenta que esse tipo de desenvolvimento interrompido pode ocorrer se a pessoa não se envolver em uma prática deliberada: uma maneira estruturada, proposital e disciplinada de direcionar seus esforços para que produzam resultados reais.
Ela afirma que a chave para a prática deliberada não é apenas repetir as mesmas ações, mas se esforçar para melhorar a cada vez que você as realiza. Isso, diz ela, é a marca registrada das pessoas bem-sucedidas: o desejo de aprimorar seus conhecimentos e habilidades.
(Nota resumida: Duckworth credita ao psicólogo Anders Ericsson o desenvolvimento da teoria da prática deliberada. A teoria tem suscitado muito debate, pois Ericsson acredita enfaticamente que a prática deliberada é responsável pela grande maioria do sucesso de uma pessoa, enquanto o talento natural desempenha apenas um papel menor. Os críticos observam que há muitas exceções a essa regra, em que uma pessoa domina uma habilidade muito mais rapidamente do que outras que se esforçam mais. Ericsson responde que, nesses casos, as pessoas que se esforçam mais podem não ter feito o tipo correto de esforço — especificamente, a prática deliberada. O debate sobre o quanto o talento conta a favor ou contra o esforço continua.)
Como praticar deliberadamente
Para se envolver adequadamente na prática deliberada, Duckworth recomenda o seguinte processo:
- Defina uma meta ambiciosa: concentre-se em um aspecto específico e restrito da sua meta geral que você deseja melhorar. (Nota resumida: pesquisadores apontam na Harvard Business Review que metas ambiciosas são motivadoras — quando se trata de trabalho em equipe, as pessoas consideram metas desafiadoras mais atraentes e as percebem como mais alcançáveis do que metas menos ambiciosas.)
- Dê toda a sua atenção a esse objetivo: concentre-se e foque em alcançá-lo. Pratique sozinho, sem a ajuda de outras pessoas. (Nota resumida: Cal Newport aconselha reservar um tempo regular e ininterrupto para realizar um trabalho intensamente focado, que ele chama de Deep Work. Então, você deve usar esse tempo de forma produtiva, medindo seu progresso e se responsabilizando por ele.)
- Busque feedback: peça conselhos ou peça a alguém para avaliar seu desempenho. Esteja mais interessado no que você fez de errado do que no que fez de certo.
- Reflita sobre esse feedback: pergunte a si mesmo o que o feedback está lhe dizendo — o que você está fazendo corretamente? O que você está fazendo de errado?
- Continue a dedicar toda a sua atenção à sua meta ambiciosa até alcançá-la.
- Defina uma nova meta ambiciosa.
(Nota resumida: muitos psicólogos enfatizam a importância do feedback nesse processo. Em Obrigado pelo Feedback, Douglas Stone e Sheila Heen argumentam que as pessoas só podem alcançar o sucesso aceitando e incorporando as críticas e orientações de outras pessoas. Eles observam que o feedback pode ser difícil de ouvir e que todos nós temos gatilhos emocionais que nos levam a ignorar o feedback de que não gostamos, mas, ao nos tornarmos conscientes desses gatilhos (que geralmente estão centrados na veracidade percebida do feedback, na relação que temos com quem o dá ou em como o feedback reflete em nossa identidade), podemos evitar que nossas emoções bloqueiem conselhos úteis.)
Etapa 3: Objetivo
A próxima etapa da determinação examinada por Duckworth é o propósito, que ela define como o desejo de aumentar o bem-estar dos outros. Juntamente com o interesse, o propósito é essencial para a paixão, pois permite que os interesses sobrevivam por longos períodos. A paixão pode começar com o interesse, mas sobrevive com o propósito.
O propósito corresponde às “metas de alto nível” que Duckworth discute em sua exploração anterior sobre a paixão. Essas são as metas mais importantes, para as quais você não consegue responder à pergunta “Por quê?”. O que torna essas metas de alto nível especiais — o que as torna um propósito — é que elas têm um foco diferente do interesse próprio. Quando Duckworth questiona uma pessoa determinada sobre seus objetivos de alto nível, ela inevitavelmente menciona outras pessoas, seja de forma específica (como seus filhos ou clientes) ou por meio de um conceito abstrato (como sociedade, país ou ciência).
(Nota resumida: Ter um propósito é importante não só para o sucesso profissional, mas também para a felicidade pessoal. Em seu livro As 12 Regras para a Vida, Jordan Peterson sugere que, se você está chateado porque deseja algo que não pode ter, pergunte a si mesmo por que deseja essa coisa e por que se sente assim, e continue perguntando até chegar ao desejo central que está motivando seu descontentamento. Quando você identificar conscientemente o seu “porquê” mais importante, o seu propósito, poderá alinhar seus pensamentos e comportamentos com ele e será capaz de encontrar a felicidade.)
Fase 4: Esperança
A quarta etapa da determinação identificada por Duckworth é a esperança. Duckworth define esperança como a crença de que você tem o poder de melhorar as coisas.
Duckworth observa que esse é um tipo de esperança diferente daquela que diz “amanhã será melhor”. Esperar por um amanhã melhor é esperar pela sorte. Esse tipo de esperança não sustenta a determinação, pois depende de fatores externos.
Em contrapartida, a esperança que sustenta a determinação é um otimismo de que você mesmo pode tornar o amanhã melhor. Essa esperança — uma crença duradoura de que você pode, eventualmente, alcançar seus objetivos — sustenta a paixão por longos períodos de tempo.
(Nota resumida: muitos psicólogos observaram a importância da esperança para sustentar o progresso em direção aos objetivos, pois ela pode impulsionar você a superar o feedback negativo que um revés lhe traz. Quando um revés sinaliza que você deve parar, indicando o que não está funcionando, a esperança pode ser o que o incentiva a continuar, prometendo o que pode funcionar. Os psicólogos enfatizam que a esperança não é uma negação da realidade — não se trata de ignorar ou descartar os desafios, mas sim de aceitar o trabalho árduo necessário para superar esses desafios e acreditar que o trabalho árduo valerá a pena.)
Como educar os filhos para terem determinação
Duckworth argumenta que o melhor método parental para fomentar a determinação nas crianças combina orientação disciplinada com apoio emocional. Ela chama isso de parentalidade sábia. Não é nem excessivamente rígida nem indulgente. Faz com que as crianças sintam que, mesmo quando os pais são exigentes, eles têm em mente o melhor para elas. Crianças criadas por pais sábios têm menos problemas sociais e emocionais quando adultas e têm estilos de vida mais saudáveis (menos drogas ou álcool).
(Nota resumida: um líder de uma organização também pode “educar” com sabedoria. Quando os líderes transmitem aos membros de sua equipe que acreditam em suas capacidades, têm grandes expectativas e querem ajudá-los a melhorar, esses membros da equipe acabam mais motivados e comprometidos com a organização.)
As atividades extracurriculares incentivam a determinação
Duckworth aponta para vários estudos que mostram que as crianças que participam de atividades extracurriculares têm um desempenho melhor em quase todos os aspectos: notas, autoestima, comportamento e assim por diante. Além disso, esses benefícios duram muitos anos — o compromisso com uma atividade extracurricular tem uma correlação positiva com a taxa de graduação, emprego e salário.
Duckworth teoriza que as atividades extracurriculares estão fortemente correlacionadas com taxas de desempenho positivas mais tarde na vida, porque oferecem às crianças uma maneira de praticar a determinação. E, como acontece com qualquer habilidade, quanto mais as crianças praticam, mais a determinação se consolida. Isso explica sua observação de que os benefícios de longo prazo das atividades extracurriculares só existem entre as crianças que se comprometem com elas por mais de um ano e estão mais fortemente correlacionados com as crianças que também alcançam algum tipo de avanço mensurável na atividade (por exemplo, aquelas que entram para o time da escola ou são nomeadas editoras do jornal da escola). As crianças que permanecem nas atividades extracurriculares por vários anos estão simplesmente praticando a determinação com mais dedicação.
Atividades extracurriculares em História
A admiração de Duckworth pelas atividades extracurriculares faz parte de uma longa tradição cultural — tanto pais quanto professores há muito tempo estão cientes do potencial de formação do caráter que a participação em esportes e clubes oferece. Os psicólogos começaram a examinar seriamente esses efeitos na década de 1930, postulando três razões para explicar a correlação entre a participação em atividades extracurriculares e notas mais altas:
Por meio de jogos organizados, os alunos aprendem a seguir instruções — como ouvi-las e aplicá-las para alcançar o resultado desejado.
Os alunos aprendem a definir metas e resolver problemas.
Os alunos aprendem a importância da motivação e da persistência.
Este último ponto, em particular, corresponde à observação de Duckworth de que as crianças que participam em atividades extracurriculares estão interessadas e são desafiadas— termos que refletem motivação e persistência.
Medindo a determinação: o teste de determinação
Como se mede a determinação? Duckworth quantifica a determinação por meio de uma autoavaliação que ela mesma desenvolveu. Você pode fazer o teste e ver o quanto de determinação possui.
(Nota resumida: o livro aborda apenas 10 itens, mas o questionário que incluímos abaixo é uma adaptação da Escala de Determinação original de 12 itens do estudo marcante de Duckworth, de 2007. Você pode encontrar esse teste e uma versão mais curta, com oito perguntas, no site dela.)
Para cada afirmação, responda:
- Nada parecido comigo
- Não muito parecido comigo
- Um pouco como eu
- Principalmente como eu
- Muito parecido comigo
As 12 declarações:
- Alcancei um objetivo que levou anos de trabalho.
- Superei contratempos para vencer um desafio importante.
- Eu termino tudo o que começo.
- Os contratempos não me desanimam.
- Sou uma pessoa muito trabalhadora.
- Sou diligente.
- Costumo definir uma meta, mas depois decido perseguir outra.
- Novas ideias e projetos às vezes me distraem dos anteriores.
- A cada poucos meses, eu me interesso por novas atividades.
- Meus interesses mudam de ano para ano.
- Fiquei obcecado por uma determinada ideia ou projeto por um curto período, mas depois perdi o interesse.
- Tenho dificuldade em manter o foco em projetos que levam mais de alguns meses para serem concluídos.
Para as seis primeiras perguntas, pontue suas escolhas da seguinte forma:
- Nada parecido comigo = 1
- Não muito parecido comigo = 2
- Um pouco como eu = 3
- Principalmente como eu = 4
- Muito parecido comigo = 5
Para as seis perguntas seguintes, pontue suas escolhas da seguinte forma:
- Nada parecido comigo = 5
- Não muito parecido comigo = 4
- Um pouco como eu = 3
- Principalmente como eu = 2
- Muito parecido comigo = 1
Agora some sua pontuação — o total possível é 60. Em seguida, divida esse valor por 10. Quanto maior for sua pontuação, maior será sua determinação.
Aqui estão os percentis aproximados de determinação na população:
- O percentil 10, ou bem abaixo da média, tem uma pontuação de determinação de 3,0.
- O percentil 50, ou média, tem uma pontuação de determinação de 4,6.
- O percentil 80, ou acima da média, tem uma pontuação de determinação de 5,2.
- O percentil 99, ou o topo da tabela, tem uma pontuação de determinação de 5,9.
Duckworth desenvolveu este teste para medir tanto a perseverança quanto a paixão. As seis primeiras perguntas tratam da perseverança — sua capacidade de persistir diante dos obstáculos. As segundas perguntas tratam da paixão — a consistência com que você mantém seus interesses ao longo do tempo.
Duckworth observa que muitas pessoas têm uma pontuação mais alta em perseverança do que em paixão. Parece ser mais fácil para a maioria das pessoas trabalhar duro do que manter um foco consistente. É fácil se sentir atraído por uma nova ideia. É difícil manter essa paixão por um período consistente de tempo sem desistir.
Críticas ao teste de determinação de Duckworth
Vários psicólogos criticaram o teste de Duckworth. Uma das críticas aponta que a forma como ela formula as perguntas influencia as respostas— para obter uma pontuação alta, o entrevistado deve responder afirmativamente às perguntas sobre perseverança, mas negativamente às perguntas sobre paixão. Por exemplo, para “Sou diligente”, eles teriam que responder “Muito parecido comigo”, mas para “Meus interesses mudam de ano para ano”, eles teriam que responder “Nada parecido comigo”. Estudos que ajustaram as perguntas para que todas exigissem uma resposta afirmativa para obter uma pontuação alta apresentaram resultados muito diferentes, sugerindo que os dados de Duckworth se baseavam em uma metodologia falha que não capturava com precisão a mentalidade dos participantes.
Outra crítica argumenta que, embora Duckworth pretenda medir tanto a perseverança quanto a paixão, ela na verdade mede apenas a perseverança. A própria Duckworth expressou seu arrependimento por não ter incluído perguntas que examinassem melhor os objetivos de longo prazo de uma pessoa e reconheceu que o teste se correlaciona mais fortemente com traços de conscienciosidade do que com paixão.
Uma terceira linha de crítica se opõe à inclusão de perguntas focadas na paixão. Esse argumento afirma que pesquisas subsequentes revelaram uma forte correlação entre perseverança e sucesso, mas nenhuma correlação entre paixão e sucesso. Na verdade, alguns estudos sugerem que o foco exclusivo em uma meta imutável corresponde a taxas mais baixas de sucesso, possivelmente porque as pessoas com essa mentalidade têm dificuldade em reconhecer quando é hora de mudar de direção.
Os críticos desse campo observam que, desde que uma pessoa não mude constantemente de ideia, não parece haver vantagem em manter um objetivo indefinidamente. E vale lembrar que a própria Duckworth mudou de carreira duas vezes: ela começou na consultoria de gestão, depois passou a lecionar matemática no ensino médio e, por fim, ingressou na psicologia.
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