Resumo em PDF:As Leis da Natureza Humana, por

Resumo do livro: Aprenda os pontos principais em poucos minutos.

Abaixo está uma prévia do resumo do livro "As Leis da Natureza Humana", de Robert Greene, publicado pela Shortform. Leia o resumo completo e detalhado na Shortform.

Resumo em PDF de uma página de “As Leis da Natureza Humana”

Embora sejamos todos humanos, a maioria de nós não compreende o que leva as pessoas (incluindo nós mesmos) a sentir e se comportar da maneira como o fazemos. Em As Leis da Natureza Humana, o autor Robert Greene analisa várias leis que explicam, entre outras coisas, por que nos sabotamos, nos comportamos de maneira diferente em grupos e desejamos as coisas erradas.

Munido do conhecimento desses fundamentos da natureza humana, você pode lidar com pessoas tóxicas, tornar-se mais empático, fazer com que as pessoas gostem de você e controlar sua própria natureza.

(continuação)...

Além das emoções, muitos de nós escondemos certos traços, especialmente aqueles associados ao sexo oposto. Use esse conhecimento para:

1. Controle sua própria natureza. Todos nós temos traços masculinos e femininos, e quando aceitamos ambos, nos sentimos mais equilibrados e completos. Para se conectar com o lado que você reprime, evite projetar nas pessoas do sexo oposto que você conhece (atribuindo a elas qualidades desejáveis que elas, na verdade, não possuem) e pratique fazer as coisas de uma maneira oposta à que você costuma usar. Por exemplo, se seu estilo de ação habitual é masculino (atacar e superar obstáculos sozinho), tente abordar um problema com um estilo feminino (dar um passo atrás e analisar todas as possibilidades, e estar aberto a esperar por um momento mais oportuno).

Melhor exemplo da categoria: Lei nº 7

A nobre italiana Caterina Sforza utilizou seu conhecimento da Lei nº 7 para se tornar uma estrategista equilibrada e eficaz. Por exemplo, quando o líder mercenário Cesare Borgia atacou seu castelo, ela primeiro tentou evitar o conflito (estilo feminino), tentando prendê-lo na ponte levadiça ao flertar com ele. Quando isso não funcionou, ela recorreu ao estilo mais masculino do combate com espadas.

Categoria 3: As pessoas se comportam de maneira diferente em grupos

Quando estamos em grupo, estamos sujeitos a uma força social — a energia das emoções coletivas — e compreender essa força é importante para as três leis a seguir:

Lei nº 8: A individualidade das pessoas é dominada pelos grupos

Quando estamos em grupo, as emoções dos outros nos afetam e podem nos levar a fazer coisas que não faríamos sozinhos. Use esse conhecimento para:

1. Lide com pessoas tóxicas. Os grupos contêm hierarquias de indivíduos e/ou facções, e todos tentam aproximar-se do líder. Identifique (e, em seguida, evite) os membros perigosos do grupo, que se caracterizam por bajular o líder, impor as regras ou criar conflitos.

2. Controle sua própria natureza. Para manter sua individualidade dentro de um grupo e não ser levado pela energia coletiva, experimente algumas das seguintes estratégias: afaste-se fisicamente do grupo quando se sentir sobrecarregado, identifique a origem de suas emoções e pratique considerar ideias que sejam contrárias aos valores do grupo.

Lei nº 9: As pessoas são influenciadas pela sua geração

Todos pertencem a pelo menos um grupo: a sua geração. Os valores geracionais são moldados pelos acontecimentos mundiais que ocorreram durante os anos de formação dessa geração e pelo inevitável conflito com outras gerações. Use esse conhecimento para:

1. Faça com que as pessoas gostem de você. Se você conseguir mostrar às pessoas da sua geração que personifica o espírito delas e compartilha seus valores, poderá conquistar apoio para suas ideias. Você pode se conectar com os membros da sua geração evocando lembranças da infância, evitando criticar sua geração e utilizando seu conhecimento sobre os conflitos entre gerações para prever o futuro. Por exemplo, o francês Georges Danton percebeu a insatisfação do público com a monarquia e previu (e ajudou a instigar) a revolução.

Lei nº 10: As pessoas têm sentimentos contraditórios, especialmente em relação às figuras de autoridade

A autoridade — orientação em direção a um propósito superior — é uma necessidade humana fundamental. No entanto, as pessoas confundem autoridade com liderança (ocupar uma posição de poder) e, muitas vezes, nutrem sentimentos ambivalentes em relação às figuras de autoridade. Use esse conhecimento para:

1. Saiba lidar com pessoas tóxicas. Antes de decidir seguir um líder, avalie sua autoridade. Se ele conquista seguidores usando a força ou não lhes oferece orientação, evite-o. Se não conseguir encontrar ninguém a quem queira seguir, torne-se sua própria autoridade desenvolvendo um propósito. Seu propósito geral é contribuir de alguma forma para a sociedade. Para descobrir qual é o seu propósito específico, identifique suas habilidades naturais e interesses e use-os para fazer algo de bom.

2. Faça com que as pessoas gostem de você. Se o seu objetivo é liderar um grupo, você pode conquistar autoridade colocando as necessidades do grupo acima das suas, liderando pelo exemplo, planejando a longo prazo e demonstrando empatia.

Melhor exemplo da categoria: Lei nº 10

Elizabeth I utilizou seu conhecimento da Lei nº 10 (estabelecimento de autoridade) para conquistar a simpatia das pessoas. Por exemplo, ela se empenhou ao máximo para conquistar o respeito de seus conselheiros: tornou-se especialista nas finanças da Inglaterra, trabalhava regularmente até depois da meia-noite e deixou claro que tinha em mente os melhores interesses do país e que seu objetivo era fazer a Inglaterra prosperar.

Categoria 4: A autossabotagem das pessoas

Todos nós temos algumas tendências de autossabotagem, muitas vezes decorrentes de traços que foram úteis no passado, mas que já não se aplicam à vida moderna. Vamos aprender a lidar com essas tendências nas quatro leis a seguir:

Lei nº 11: As pessoas são irracionais

Por natureza, todos somos guiados pelas emoções, e não pela razão, pois os sentimentos costumavam ser um mecanismo de sobrevivência — quando sentíamos medo, precisávamos reagir instintivamente para permanecer vivos. Use esse conhecimento para:

1. Controle sua própria natureza. Para lidar com sua própria irracionalidade, você pode identificar o que desencadeia emoções fortes em você, estar ciente de que não está no seu melhor momento de raciocínio nessas horas e dar tempo para que suas emoções se acalmem antes de tomar decisões.

Lei nº 12: As pessoas são ruins em pensar a longo prazo

Temos a tendência de nos preocupar mais com o presente do que com o futuro, pois nosso cérebro evoluiu para detectar perigos imediatos, e não aqueles distantes. Use esse conhecimento para:

1. Controle sua própria natureza. Para evitar a falta de visão de longo prazo, quando se deparar com um problema ou uma decisão, analise-o da forma mais lógica possível. Tente se distanciar das suas emoções, examine a situação sob todos os ângulos e considere as consequências de cada resultado.

Lei nº 13: As pessoas são compulsivas de acordo com seu caráter

Nosso caráter está no cerne do nosso ser e determina nossas ações, mesmo quando não temos consciência disso. Embora possamos moldar nosso caráter, não podemos mudá-lo, e é por isso que tendemos a cometer os mesmos erros repetidamente. Use esse conhecimento para:

1. Lide com pessoas tóxicas. Algumas pessoas têm um caráter fraco e, por mais qualidades positivas que possam ter, seu caráter acaba prevalecendo. Isso ocorre porque pessoas com caráter fraco não aceitam críticas, portanto, não conseguem aprender nem mudar. Identifique (e evite) pessoas com caráter fraco observando como elas agem em momentos de estresse e diante de pequenos inconvenientes. Além disso, observe como elas tratam seus amigos e familiares. Se elas já agiram de forma negativa, pode ter certeza de que o farão novamente.

2. Controle sua própria natureza. Você não pode mudar seu caráter, mas pode moldá-lo . Utilize algumas das seguintes estratégias: passe tempo com pessoas de caráter forte, crie novos hábitos e tome consciência dos seus padrões de comportamento negativos, para que, quando começar a cair em um deles, consiga perceber e sair dessa situação.

Lei nº 14: As pessoas têm atitudes

Cada pessoa vê uma versão ligeiramente diferente do mundo, filtrada por sua percepção ou atitude. Nosso humor varia, mas, em geral, todos temos uma emoção predominante através da qual filtramos o mundo. Isso é causado pela sensibilidade inerente e inconsciente do nosso cérebro a determinados estímulos. Por exemplo, se nossa atitude geral for de tristeza, quando vemos coisas tristes, nosso cérebro reage intensamente, e a intensidade dessa reação nos faz prestar atenção e sentir tristeza. Use esse conhecimento para:

1. Lide com pessoas tóxicas. Quando se deparar com pessoas cujo estado emocional geral seja hostilidade, evasão ou ressentimento, evite-as. Quando se deparar com pessoas de atitude triste, não tente mudar a atitude delas, mas convide-as a fazer algo com você, o que irá revigorá-las. Quando se deparar com pessoas ansiosas, transmita sinais não verbais tranquilizadores, como permanecer imóvel e não se mexer nervosamente.

2. Controle sua própria natureza. Se perceber hostilidade em si mesmo, tente ver o lado positivo em todos. Se perceber tendência à evasão, tente assumir um projeto pequeno e viável. Se perceber ressentimento, não o reprima. Se perceber depressão, faça uma pausa ou dedique-se a um projeto que aumente sua energia. Se perceber ansiedade, coloque-se em situações que lhe causam medo para comprovar que as coisas não são tão ruins quanto você imaginava.

Melhor exemplo da categoria: Lei nº 11

Péricles estava ciente de que a Lei nº 11 tornava ele e todos os demais em Atenas irracionais, por isso tomou medidas para amenizar isso. Por exemplo, quando Esparta apresentou um ultimato a Atenas — caso Atenas não concordasse com os novos termos de paz, Esparta atacaria —, Péricles avaliou a situação de forma racional. Se Atenas cedesse, Esparta continuaria exigindo cada vez mais. Mas se Atenas tentasse lutar, perderia, pois Esparta era mais poderosa. A solução de Péricles foi ignorar o ultimato, mas tornar o ataque tão inconveniente para Esparta que eles simplesmente desistissem. Péricles e os demais cidadãos atenienses se abrigariam dentro das muralhas da cidade quando os espartanos chegassem, em vez de enfrentá-los. Enquanto isso, a marinha ateniense atacaria as cidades costeiras espartanas e manteria Atenas abastecida. O exército espartano, estacionado fora de Atenas, ficaria frustrado e acabaria por entrar em colapso.

Categoria nº 5: As pessoas querem as coisas erradas

Por natureza, as pessoas não conseguem se contentar com a situação atual. É o desejo que nos motiva, não a posse. Vamos aprender a lidar com isso nas próximas duas leis:

Lei nº 15: As pessoas querem o que não têm

Assim que conseguimos algo que queremos, já queremos outra coisa — um fenômeno conhecido como a síndrome de “a grama do vizinho é sempre mais verde”. E, embora conseguir o que queremos nunca seja satisfatório, continuamos buscando nosso próximo desejo, na esperança de que esse nos faça felizes. Use esse conhecimento para:

1. Faça com que as pessoas gostem de você. Se você conseguir manter a si mesmo ou o seu trabalho ligeiramente fora do alcance, as pessoas se sentirão atraídas por você porque não podem tê-lo. Faça isso mantendo-se estrategicamente ausente ou associando-se a algo transgressivo (as pessoas desejam especialmente o que é proibido, justamente porque não podem tê-lo).

2. Controle sua própria natureza. Para evitar ficar preso a uma busca sem fim: reflita sobre o que você sinceramente deseja e gosta, use seus sentimentos de anseio para se motivar e canalize essa energia para almejar versões mais profundas do que você já possui. Por exemplo, desperte o desejo de conhecer melhor as pessoas que já fazem parte da sua vida.

Lei nº 16: As pessoas querem evitar pensar na morte

A consciência da morte nos entristece, por isso tentamos não pensar nela. No entanto, quando evitamos pensar na morte ou nos tornamos insensíveis a ela, nossa ansiedade em relação a ela se intensifica; e , para evitar essa ansiedade, tentamos tornar nossa vida mais controlável fazendo menos coisas, entorpecendo nossa psique com algum vício, evitando novidades para não falharmos nelas e evitando passar tempo com as pessoas, pois elas são imprevisíveis. Todas essas reações, na verdade, tornam nossa vida mais parecida com a morte — isolada e imutável. Use esse conhecimento para:

1. Controle sua própria natureza. Você se sentirá mais vivo se pensar na morte, e pode fazer isso tornando a morte mais concreta (por exemplo, imagine sua própria morte), reconhecendo que o tempo é limitado e abraçando o sublime (por exemplo, contemple a vastidão do universo).

Melhor exemplo da categoria: Lei nº 15

Coco Chanel utilizou a Lei nº 15 para tornar seus produtos indescritíveis e, portanto, desejáveis. Por exemplo, ela criou uma aura de mistério em torno de um de seus perfumes, fazendo com que ele cheirasse a um buquê em vez de uma única flor, de modo que ninguém conseguisse identificar exatamente qual era o aroma. Ela borrifava o perfume em sua loja, mas fingia não saber o que era quando os clientes perguntavam. Ela também colocava frascos sem rótulo nas bolsas de suas clientes mais importantes.

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Aqui está uma prévia do restante do resumo em PDF do livro *As Leis da Natureza Humana*, da Shortform:

Leia o resumo completo em PDF

Resumo em PDF Introdução

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Se, no entanto, conseguirmos analisar mais profundamente a natureza humana, poderemos aprender a:

  1. Pare de levar as coisas para o lado pessoal. Sempre que estamos na presença de outras pessoas, tendemos a nos preocupar com o que elas pensam de nós. Como as emoções estavam originalmente ligadas à comunicação, quando elas são direcionadas a nós — sejamos ou não a causa delas —, tendemos a interpretá-las como algo pessoal. Por exemplo, se você está irritado por ter perdido o ônibus, as pessoas com quem você se depara não conhecem esse contexto e acham que você está irritado com elas. No entanto, quando aprendemos as leis, percebemos que a maioria das pessoas não está realmente tão interessada em nós. Quando elas ficam irritadas ou nos julgam, geralmente não é porque as ofendemos; apenas cruzamos o caminho delas no momento errado.
  2. Lide com pessoas tóxicas. Essas regras nos ajudarão a interpretar as pistas não verbais e os padrões de comportamento das pessoas para perceber que tipo de pensamentos e sentimentos perigosos elas podem estar escondendo. Isso nos ajudará a identificar e evitar pessoas indesejáveis antes que elas se aproximem perigosamente de nós.
  3. Controlar nossa própria natureza. As leis nos ajudarão a compreender nossos caracteres, nossas repressões, nossos padrões e outros elementos de nós mesmos que talvez queiramos melhorar ou mudar.
  4. **Faça-nos mais...

Resumo em PDF Parte 1: As pessoas têm uma autoimagem irrealista | Introdução: O que é a autoimagem?

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2. Eles acreditam que são espertos. Quase todo mundo acredita que é inteligente de alguma forma. Podem admitir que não são gênios como Einstein, mas têm orgulho de sua perspicácia, bom senso, habilidade manual e assim por diante. Ninguém quer acreditar que é burro ou ingênuo.

3. Eles acreditam que são boas pessoas. As pessoas gostam de pensar que tratam bem os outros, apoiam causas e agem de forma colaborativa; e, se entram em conflito com outras pessoas, interpretam isso como “amor severo”.

  • Por exemplo, muitas pessoas que fazem doações querem que seus nomes sejam exibidos publicamente em uma lista de patrocinadores para que todos possam ver como elas são generosas.

Além disso, as pessoas têm opiniões próprias sobre suas inseguranças específicas, que geralmente têm origem na infância. A maioria dessas opiniões próprias envolve um sentimento de superioridade. Por exemplo, se alguém se considera independente, tenderá a achar que ser independente é uma característica positiva e que seu nível de independência é superior ao dos outros.

Baixa autoestima ou falta de autoestima

Algumas pessoas têm baixa autoestima porque a insegurança que sentiram na infância está ligada à ideia de ser bem-sucedido ou bom. A baixa autoestima é tão forte quanto a autoestima positiva — as pessoas que acham que são...

Resumo em PDF Lei nº 1: As pessoas são egocêntricas

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  • Eles acham que têm muitos inimigos.
  • Eles querem controlar os outros, vêem-nos como objetos de si mesmos (parte de si mesmos) e acham que a única razão de ser dos outros é dar-lhes atenção.
    • Por exemplo, em um relacionamento amoroso, eles obrigam seus parceiros a romper todas as outras relações para que possam receber toda a atenção deles.
  • Fazem com que os outros se sintam culpados por não lhes darem atenção suficiente.
  • Eles ficam impacientes ou entediados quando você fala com eles sobre algo que não os diz respeito, e tentam desviar a conversa para si mesmos.
  • Eles ficam com inveja quando os outros recebem atenção.
  • Eles são muito autoconfiantes porque isso serve a dois propósitos: chamar atenção e esconder inseguranças. No entanto, essa autoconfiança geralmente é injustificada — na verdade, eles não são tão competentes quanto parecem ser.
  • Muitas vezes, eles enfrentam dificuldades no trabalho porque se preocupam tanto com o que os outros pensam deles que lhes é difícil se concentrar em qualquer coisa além de si mesmos. (Há uma exceção: aqueles que usam suas realizações profissionais para chamar atenção.)
Subcategorias de narcisistas profundos

Existem quatro tipos de narcisistas profundos. Se não houver orientações mais específicas...

O que dizem os nossos leitores

Este é o melhor resumo de *As Leis da Natureza Humana* que já li. Aprendi todos os pontos principais em apenas 20 minutos.

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Resumo em PDF Lei nº 2: As pessoas são grandiosas

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Manifestação de grandiosidade

A grandiosidade pode se manifestar de muitas maneiras, embora hoje haja menos formas de expressá-la do que no passado. Antigamente, as pessoas satisfaziam sua necessidade de grandiosidade por meio da religião — deuses e espíritos nos permitiam fazer parte de algo maior e mais grandioso do que nós mesmos — ou seguindo um líder com uma causa forte —se um líder realizasse algo grandioso, seus seguidores compartilhavam desse sucesso.

Agora que menos pessoas acreditam em algo e há menos grandes líderes, precisamos expressar nossa grandiosidade de alguma outra forma. Muitos de nós passamos a nos adorar a si mesmos, geralmente tentando alcançar status social por meio de ações prestigiadas ou ajudando as pessoas. Isso funciona até certo ponto para pessoas talentosas — elas terão sucesso e receberão a admiração que tanto desejam —, mas acabarão se envolvendo em projetos que estão além de suas capacidades.

Além disso, as pessoas tentam lidar com sua necessidade de grandiosidade fazendo o seguinte:

  • Compensando com drogas, atitude arrogante, álcool e assim por diante.
  • Fingir humildade. Algumas pessoas tentam esconder sua grandiosidade aparentando humildade. Por exemplo, podem falar sobre como não querem status...

Resumo em PDF Lei nº 3: As pessoas podem ser influenciadas

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Faça com que as pessoas gostem de você: confirme a imagem que elas têm de si mesmas

Para influenciar as pessoas, é preciso fazer com que elas baixem a guarda, fazendo-as sentir-se valorizadas e confirmando a imagem que têm de si mesmas. As pessoas podem pensar o que quiserem sobre si mesmas, mas só sabem que isso é verdade quando alguém lhes confirma. Quando recebem essa confirmação, elas relaxam e se sentem seguras, o que lhes permite deixar de se preocupar consigo mesmas e pensar em outras coisas, como aquilo de que você está tentando convencê-las.

Quando você se depara com alguém que tem baixa autoestima, ainda assim precisa reconhecer esse sentimento. Demonstre empatia em relação às dificuldades que essa pessoa enfrenta na vida. Só depois que ela se sentir reconhecida é que você poderá começar a ajudá-la a superar essa baixa autoestima.

Se você tentar fazer com que as pessoas façam o que você quer de qualquer outra forma que não seja valorizando-as— por exemplo, implorando ou fazendo com que se sintam culpadas —, talvez consiga o que quer uma vez, mas elas ficarão ressentidas e provavelmente não o ajudarão no futuro. E se você sempre tentar influenciar as pessoas dessas maneiras ineficazes, corre o risco de passar a acreditar que todas as pessoas no mundo são indiferentes.

Existem cinco estratégias para confirmar a...

Resumo em PDF Parte 2: As pessoas escondem sua verdadeira personalidade | Introdução: Comunicação não verbal

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Dos

1. Comece aos poucos, senão você vai se sobrecarregar. Não tente ler o texto inteiro de uma só vez.

  • Por exemplo, durante uma conversa, tente identificar apenas uma ou duas expressões faciais que indiquem que as palavras da pessoa não estão revelando toda a verdade. Faça isso com várias pessoas e, somente depois de se acostumar com as expressões faciais, passe a observar a voz e outras formas de linguagem corporal. Anote os padrões que você perceber.

2. Concentre-se apenas na observação. Não tente interpretar o que percebe e, principalmente, não tente descrever seus pensamentos com palavras.

3. Observe as pessoas. Vá a um local público e observe as pessoas. Esse exercício permitirá que você observe as pessoas sem precisar manter uma conversa ao mesmo tempo. Tente adivinhar coisas sobre elas com base no que você vê, como sua personalidade ou profissão.

4. Seja discreto. Use apenas olhares de soslaio para identificar pistas. Você deixará as pessoas desconfortáveis se ficar olhando fixamente para elas.

5. Incentive as pessoas a falarem. Repita o que elas dizem ou responda com algo que mostre que você está ouvindo. Quanto mais elas falarem, mais se comunicarão de forma não verbal.

6. Estabeleça um ponto de referência. Ao observar uma determinada pessoa, preste atenção em como ela interage com um...

Resumo em PDF Lei nº 4: As pessoas usam máscaras

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  1. Quem opta por não usar máscara é marginalizado pela sociedade.
  2. Aprender a ver além das máscaras vai te ajudar a prever o comportamento das pessoas. Quando alguém faz algo hostil, sempre há sinais antecipados, pois é impossível esconder totalmente as emoções fortes.

Nesta lei, aprenderemos a fazer com que as pessoas gostem de nós, a lidar com pessoas tóxicas e a controlar nossa própria natureza.

Faça com que as pessoas gostem de você: gestão da imagem

Você pode fazer com que as pessoas gostem de você usando uma máscara atraente, o que também é chamado de gestão de impressões. A gestão de impressões é especialmente importante em situações profissionais, pois as pessoas associam certos comportamentos a determinadas profissões e, se suas expectativas forem contrariadas, suspeitam de falta de competência. Por exemplo, se sua médica começasse a agir como uma roqueira, você poderia ficar preocupado com a capacidade dela de diagnosticar doenças. Mesmo pessoas que parecem rebeldes estão sujeitas a essa suspeita — se uma hipster de repente vestisse um terno, os outros questionariam sua autenticidade como hipster.

Depois de comprovar sua identidade e competência, você pode começar a mostrar mais do seu verdadeiro eu e suas peculiaridades, mas nunca poderá tirar completamente a máscara. Para continuar tendo sucesso...

Resumo em PDF Lei nº 5: As pessoas sentem inveja, mas a escondem

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  1. A inveja ativa é uma forma muito mais intensa e persistente de inveja. Esse sentimento não pode ser descarregado rapidamente, como se fosse uma piada. Por ser tão desconfortável de se sentir, essa inveja muitas vezes se transforma em indignação justificada, o que pode nos levar a prejudicar a pessoa contra quem sentimos indignação ou inveja. Pessoas que nutrem inveja ativa sentem prazer com o sofrimento daqueles a quem invejam.

É importante estudar essa lei por duas razões:

  1. Perceba que alguns dos ataques confusos que você sofreu no passado tiveram origem na inveja. Quando você compreende as verdadeiras motivações das pessoas, fica mais fácil superar rompimentos dolorosos nos relacionamentos.
  2. Preveja os ataques de inveja para que você possa evitá-los.

Nesta lei, aprenderemos a lidar com pessoas tóxicas e a controlar nossa própria natureza.

Lidando com pessoas tóxicas: advertências, gatilhos e invejosos

Quando a inveja é despertada nas pessoas, elas exibem sinais não verbais e se denunciam por meio de suas ações. Todos apresentam esses sinais ocasionalmente como parte da inveja passiva, mas se você perceber um padrão ou combinações de sinais, pode estar lidando com inveja ativa.

Dica nº 1: Microexpressões no primeiro encontro. Quando as pessoas te conhecem e sentem inveja, ainda não tiveram tempo de passar pelo processo mental...

Por que os resumos curtos são os melhores?

Somos a maneira mais eficiente de aprender as ideias mais úteis de um livro.

Elimina o excesso

Já sentiu que um livro se prolonga, apresentando anedotas que não são úteis? Costuma ficar frustrado com um autor que não vai direto ao ponto?

Eliminamos o que é supérfluo, mantendo apenas os exemplos e ideias mais úteis. Também reorganizamos os livros para maior clareza, colocando os princípios mais importantes em primeiro lugar, para que você possa aprender mais rapidamente.

Sempre abrangente

Outros resumos apresentam apenas alguns dos pontos principais de um livro. Consideramos esses resumos muito vagos para serem satisfatórios.

Na Shortform, queremos abordar todos os pontos importantes do livro. Aprenda nuances, exemplos-chave e detalhes essenciais sobre como aplicar as ideias.

3 diferentes níveis de detalhe

Você deseja diferentes níveis de detalhes em momentos diferentes. É por isso que cada livro é resumido em três tamanhos:

1) Parágrafo para entender o essencial
2) Resumo de uma página, para entender os principais pontos
3) Resumo e análise completos e abrangentes, contendo todos os pontos e exemplos úteis

Resumo em PDF Lei nº 6: As pessoas são agressivas

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Nesta lei, aprenderemos como lidar com pessoas tóxicas e como controlar nossa própria natureza.

Lidando com tipos tóxicos: agressores

Como todo mundo tem tendências agressivas, você ocasionalmente se deparará com casos de agressividade leve. Basta ignorar e seguir em frente. No entanto, pessoas altamente agressivas podem ser perigosas, pois estão dispostas a quebrar regras e ultrapassar limites que você provavelmente não ultrapassaria. Por exemplo, quando você fica frustrado com alguém, perde a paciência diante da resistência dessa pessoa e responde com aspereza, você se sente desconfortável e rapidamente para. Um agressor, por outro lado, pode não ter nenhum problema em gritar ou xingar alguém.

Aqui estão os dois tipos de agressores e como lidar com eles:

Tipo 1: Agressores crônicos

Os agressores crônicos têm um sentimento de impotência tão forte que frequentemente dão vazão à sua agressividade e ultrapassam os limites sociais. É provável que os agressores crônicos tenham se tornado assim devido à influência de:

  • Genética. A psicanalista Melanie Klein descobriu que alguns bebês eram mais exigentes do que outros — eles faziam birras enormes e exigiam o leite materno.
  • Desenvolvimento. Se os pais de uma criança não lhe derem independência, ela poderá passar a dominar os outros quando adulta, ou se...

Resumo em PDF Lei nº 7: As pessoas possuem traços tanto masculinos quanto femininos

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Estude a Lei: Conheça a Anima e o Animus

Segundo o psicólogo Carl Jung, todos nós possuímos uma entidade interna chamada anima (nossas tendências femininas reprimidas) ou animus (nossas tendências masculinas reprimidas). Temos a tendência de nos apaixonar por pessoas que personificam nossa anima ou nosso animus, pois desejamos nos aproximar do nosso oposto, tanto interna quanto externamente.

  • Por exemplo, Chopin era mais feminino e George Sand mais masculina, e eles se complementavam.

Quando estamos apaixonados, nossos traços reprimidos vêm à tona. Para quem está de fora, pode parecer que estamos agindo de forma diferente do habitual, mas, na verdade, estamos sendo mais autênticos, pois estamos revelando todos os nossos traços, e não apenas aqueles associados a um gênero específico. Como resultado, a maioria de nós muda das seguintes maneiras:

  • Nosso foco está em uma pessoa, em vez da variedade de assuntos que normalmente nos absorvem.
  • Agimos de forma infantil e sentimos um medo infantil.
  • Julgamos mal o caráter das outras pessoas e não damos ouvidos a quem tenta nos corrigir.
  • Não entendemos por que estamos fazendo nada disso.
  • Nossas opiniões sobre nós mesmos tornam-se mais flexíveis.

(Não precisamos necessariamente de outra pessoa para ver nossa anima ou...

Resumo em PDF Parte 3: As pessoas se comportam de maneira diferente em grupos | Introdução: Força social

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  • Está presente em ambientes digitais e virtuais, como as redes sociais, mas é menos intensa do que em um ambiente físico, como uma multidão.
  • Isso não é, por si só, positivo ou negativo. A força social evoluiu para nos manter seguros, mas, no mundo moderno, algumas de suas tendências são inadequadas. Por exemplo, evoluímos para rejeitar os estranhos porque isso nos ajudava a sobreviver — os estranhos poderiam ser agressivos ou transmitir doenças. Hoje, porém, rejeitar os estranhos é inadequado.
  • Sentimos uma atração por essa força. Quase todo mundo gosta, por natureza, de multidões animadas, porque elas nos dão energia.
  • Quando não recebemos essa força social em quantidade suficiente e ficamos isolados, entramos em declínio. Perdemos o contato com a realidade e com a nossa própria existência.
  • Criamos rituais para fortalecer os laços dentro do grupo, como assembleias políticas.
  • O contato visual é particularmente importante para a interação social. Quando sentimos o olhar de alguém sobre nós, isso confirma que somos reais e valida nosso lugar no mundo.
  • Embora precisemos dela, não nos sentimos totalmente à vontade com a ideia da força social e raramente falamos sobre ela ou sequer percebemos sua existência. Essa força nos deixa desconfortáveis porque ela...

Resumo em PDF Lei nº 8: A individualidade das pessoas é dominada pelos grupos

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A necessidade de causar boa impressão, assim como o uso de máscaras em geral, não é algo contra o qual devemos lutar ou pelo qual devemos nos sentir mal — é algo inerente a todos nós. O que precisamos fazer é estar cientes dessa influência para que possamos ser mais conscientes da imagem que transmitimos.

Influência nº 3: As emoções dos outros se sobrepõem às nossas. Quando estamos sozinhos, nosso humor muda, mas se estivermos em um grupo e as emoções de um ou mais membros forem mais intensas do que as nossas, elas tomarão o lugar das nossas. O medo e a ansiedade são as emoções mais contagiosas, pois nos ajudaram a sobreviver. A apatia, o cansaço, a excitação, a alegria, o ódio, o desejo e a raiva também são bastante contagiosos.

Influência nº 4: Ficamos incrivelmente convictos. Sozinhos, tendemos a duvidar de nossas escolhas. Em grupo, porém, tendemos a ter certeza das decisões que tomamos, mesmo que sejam arriscadas ou desaconselháveis. Isso ocorre porque, em grupo:

  • Chegar a um consenso exige muito esforço, por isso tendemos a seguir o que for decidido.
  • Se não concordarmos com o grupo, nos sentimos excluídos, e não queremos nunca nos sentir assim.
  • Se muitas pessoas concordarem com uma linha de ação, isso faz com que ela pareça legítima.

Por exemplo, as bolhas financeiras são frequentemente causadas por...

Resumo em PDF Lei nº 9: As pessoas são influenciadas pela sua geração

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As gerações seguem um ciclo de quatro fases:

  1. A primeira geração é revolucionária— seus membros transformam as condições existentes, o que geralmente gera alguma instabilidade. Essa instabilidade não é necessariamente violenta — pode também ser uma grande mudança de valores. Essa geração costuma contar com líderes fortes.
  2. A segunda geração busca estabilidade porque atingiu a maioridade em meio a uma revolução. Os membros se unem em busca de segurança.
  3. Os membros da terceira geração são individualistas porque nunca viveram uma revolução e não sentem a necessidade de reunir aliados.
  4. A quarta geração sente que a sociedade está estagnada e carece de valores. Essa atitude leva a uma espécie de crise, muitas vezes porque, quando nos faltam valores, recorremos a demagogos ou bodes expiatórios, ou nos fechamos em grupos tribais. Essa geração costuma incluir um grupo de pessoas que querem voltar no tempo.

Esse ciclo sempre envolve a nova geração se rebelando contra os valores da geração anterior. O autor acredita que isso possa se dever ao fato de que desenvolvemos nossa perspectiva geracional quando somos jovens e tendemos a pensar em termos absolutos. Além disso, esse padrão provavelmente é, em certa medida, responsável pela nossa sobrevivência — se continuássemos a nos tornar cada vez mais rebeldes e...

Resumo em PDF Lei nº 10: As pessoas têm sentimentos contraditórios, especialmente em relação às figuras de autoridade

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Nesta lei, aprenderemos como lidar com pessoas tóxicas e fazer com que as pessoas gostem de nós.

Lidando com pessoas tóxicas: líderes e figuras de autoridade

Autoridade e liderança não são sinônimos. A autoridade provém da busca por um propósito maior, que é uma necessidade humana fundamental. As pessoas precisam de um propósito para orientar seu comportamento por duas razões:

  • Ao contrário dos animais, não temos instintos que nos digam o que fazer. Temos consciência e muitas opções.
  • Estamos cientes da nossa insignificância no mundo em geral e queremos nos sentir conectados a algo.

A liderança, por outro lado, resume-se a ocupar um cargo de poder.

É possível que alguém com pouca autoridade acabe assumindo uma posição de liderança, especialmente hoje em dia, pois muitas pessoas, mesmo aquelas que estão no comando, associam conotações negativas à autoridade e evitam exercê-la.

  • Por exemplo, alguns pais se esforçam para ser amigos mais velhos dos filhos, em vez de alguém que lhes diga o que fazer.

Portanto, é importante avaliar os líderes antes de decidir ingressar em seus grupos ou segui-los. Caso contrário , podemos acabar decidindo seguir alguém que, na verdade, não tem uma visão, apenas repete os desejos de um grupo ou é...

Resumo em PDF Parte 4: A autossabotagem das pessoas | Lei nº 11: As pessoas são irracionais

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Por outro lado, as pessoas irracionais não têm consciência de suas emoções e as negam, ou ficam ainda mais emocionadas quando alguém lhes diz que estão se deixando influenciar pelas emoções.

A racionalidade é uma habilidade que precisa ser aprendida, não uma característica com a qual todos nascem. Nesta aula, vamos primeiro estudar diferentes tipos de irracionalidade. Depois, usaremos esse conhecimento para aprender a controlar nossa própria natureza.

Estudo do Direito: Dois tipos de irracionalidade

Tipo 1: Irracionalidade fundamental — Preconceitos

A irracionalidade fundamental é aquela irracionalidade constante e de baixo nível da qual todos são vítimas o tempo todo. Ela é geralmente motivada pelas emoções do prazer (que as pessoas desejam) e da dor (que as pessoas querem evitar) e causa uma variedade de vieses:

Viés nº 1: Convicção. Esse viés nos leva a pensar que, se alguém (incluindo nós mesmos) tem uma opinião firme sobre algo, isso deve estar certo. Quando vemos um líder falar com entusiasmo sobre algo, presumimos que ele avaliou a situação e que seus sentimentos intensos são justificados. Quando nós mesmos temos uma opinião firme sobre algo, isso encobre a dúvida — se conseguimos reunir energia suficiente para defender algo com veemência, isso deve ser valioso, certo?

  • Por exemplo,...

Resumo em PDF Lei nº 12: As pessoas têm dificuldade em pensar a longo prazo

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  • Por exemplo, na Índia do século XIX, cobras venenosas vagavam pelas ruas de Délhi. As autoridades britânicas consideraram isso um problema e ofereceram uma recompensa por cada cobra morta entregue, na expectativa de que isso reduzisse a população de cobras. Em vez disso, os moradores locais passaram a criar cobras para poder matá-las, entregá-las e ganhar dinheiro. Quando as autoridades perceberam o que estava acontecendo, cancelaram a recompensa. Os criadores retaliaram soltando todas as suas cobras, e a população de cobras aumentou em 300%.

Se você perceber que está pensando que, ao fazer algo, sua ação levará diretamente a apenas um resultado , talvez esteja caindo na armadilha do pensamento de curto prazo. É impossível prever todas as consequências, mas quem pensa a longo prazo leva em conta o maior número possível de resultados.

Uma consequência do pensamento irrefletido é acreditar que, se as intenções forem boas, o resultado também será bom. Mas nem sempre é assim.

Sinal nº 2: Batalhas que não vão decidir a guerra

Se você está envolvido em muitas lutas e nenhuma delas parece dar em nada, mas não quer desistir porque já investiu muitos recursos, essa relutância em recuar pode ser um sinal de falta de visão de longo prazo.

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Resumo em PDF Lei nº 13: As pessoas agem de forma compulsiva de acordo com seu caráter

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  • Mães ambivalentes ou excessivamente envolvidas são inconsistentes — ora se mostram distantes, ora são sufocantes. Às vezes, são os próprios filhos que cuidam delas, e esses filhos, ao crescerem, passam a ver os relacionamentos como algo que lhes causa ansiedade e conflitos.
  • As mães desorganizadas nunca ficam satisfeitas com nada do que os filhos fazem. Às vezes, os filhos acabam desenvolvendo problemas emocionais.

3. Hábitos. À medida que crescemos, quando tomamos decisões, criamos padrões neuronais em nossos cérebros e, uma vez estabelecido esse roteiro neurológico, tendemos a continuar seguindo-o.

4. Máscaras. À medida que as pessoas descobrem nossas falhas de caráter, nós as escondemos transformando-as em algo mais positivo ou agindo de maneira oposta. É essa camada que torna difícil avaliar com precisão o caráter das outras pessoas.

  • Por exemplo, uma pessoa arrogante pode disfarçar sua arrogância como autoconfiança.

Se essas quatro influências forem contraditórias — por exemplo, nossa genética nos predispõe à ganância, mas nossos pais nos educaram para sermos generosos —, nosso caráter também se torna contraditório, o que muitas vezes leva a comportamentos ambivalentes ou conflitantes.

Nesta aula, veremos como lidar com pessoas tóxicas. Em seguida, veremos como controlar nosso próprio...

Resumo em PDF Lei nº 14: As pessoas têm atitudes

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  • Por exemplo, se você entrar em uma interação com alguém esperando que essa pessoa seja rude, ela perceberá suas emoções negativas e as refletirá de volta para você. Isso confirma sua crença de que as pessoas são negativas.

Nesta lei, aprenderemos a lidar com pessoas tóxicas e a controlar nossa própria natureza.

Lide com pessoas tóxicas e controle sua própria natureza: atitudes negativas e positivas

Primeiro, vamos analisar cinco atitudes negativas e como lidar com elas, tanto nos outros quanto em nós mesmos. Em seguida, veremos como nos tornarmos mais positivos.

Cinco atitudes negativas

Existem cinco tipos comuns de atitudes negativas. Muitas vezes, as pessoas apresentam mais de uma, pois as emoções negativas se amplificam mutuamente. Por exemplo, alguém que é hostil provavelmente também se sente irritado.

Ao ler os tipos a seguir, avalie se você se encaixa neles refletindo sobre como você:

  • Julgue os outros. Se você se concentra nos pontos negativos das pessoas, provavelmente tem uma atitude negativa. Se você perdoa as falhas delas, provavelmente é mais positivo.
  • Lide com os momentos difíceis. Se você culpa os outros, minimiza seus próprios erros, detesta mudanças e fica irritado quando é desafiado, talvez tenha uma atitude negativa.
  • Inspire reações nos outros,...

Resumo em PDF Parte 5: As pessoas querem as coisas erradas | Lei nº 15: As pessoas querem o que não têm

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*   Por exemplo, a indústria da pornografia só começou a prosperar depois que foi proibida. 

Embora a síndrome de “a grama do vizinho é sempre mais verde” vá existir para sempre, as pessoas nem sempre tiram proveito disso. Por exemplo, os anúncios são excessivamente agressivos, e os políticos podem ser bons em nos deixar exaltados no momento, mas nada disso é persuasivo a longo prazo, pois não apresenta um futuro.

Nesta lei, veremos primeiro como controlar nossa própria natureza. Depois, veremos como fazer com que as pessoas gostem de nós.

Controle sua própria natureza: liberte-se do jugo dessa lei

Para evitar ficar preso a essa lei, reflita sobre o que você sinceramente deseja e gosta, para que, quando se sentir atraído por algo, possa distinguir se é porque realmente deseja aquilo ou se é porque alguém ou algo (como a síndrome da “grama do vizinho”) está influenciando você.

Além disso, você pode usar essa lei para se motivar. Um sentimento de insatisfação pode tirar você da complacência que se desenvolve com o passar dos anos.

Por fim, você pode escapar dessa lei canalizando sua síndrome para desejar uma conexão mais profunda com o que já possui:

  • Pessoas. Nunca se pode saber tudo sobre outra pessoa...

Resumo em PDF Lei nº 16: As pessoas querem evitar pensar na morte

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  • (Exemplo resumido: A imagem estereotipada do céu era a de um lugar tranquilo e luminoso, onde era possível reencontrar aqueles que haviam falecido antes de você.)

Hoje, porém, agora que sabemos mais sobre a ciência, é mais difícil para as pessoas acreditarem na vida após a morte. Criamos algumas novas estratégias para tornar a morte menos dolorosa:

  • Nós a escondemos. No passado, era comum que as pessoas morressem em locais públicos ou em suas casas, e muitas testemunhavam a morte de outra pessoa. Hoje, em algumas partes do mundo, a morte é relegada aos hospitais, e a maioria das pessoas nunca viu alguém morrer.
  • Transformamos isso em algo caricatural. Nos filmes e nos videogames, as cenas de ação estão repletas de mortes, mas isso não é levado a sério.
  • Nós idolatramos a juventude. Evitamos as coisas antigas porque elas nos lembram de como a vida é curta. Em vez disso, nos concentramos no que há de novo.
  • Nós idolatramos a tecnologia. Algumas pessoas gostam de acreditar que a tecnologia e os avanços da ciência médica nos ajudarão a vencer a morte.

Nesta aula, veremos como controlar nossa própria natureza, aprendendo algumas estratégias para nos sentirmos mais vivos.

Controle sua própria natureza: sinta-se mais vivo

Existem cinco estratégias para nos tornarmos mais conscientes da morte (e...