Resumo em PDF:Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, por

Resumo do livro: Conheça os pontos principais em poucos minutos.

Veja abaixo uma prévia do resumo do livro "Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", de Stephen R. Covey, publicado pela Shortform. Leia o resumo completo na Shortform.

Resumo em PDF de uma página do livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”

Você quer melhorar a sua vida? Está enfrentando dificuldades na sua vida pessoal ou profissional, nas suas relações com outras pessoas, no equilíbrio entre vida pessoal e profissional ou no sentido da sua vida?

O livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” oferece uma abordagem abrangente para o aprimoramento pessoal e a melhoria da sua vida. Esse método envolve examinar e ajustar seu caráter, suas motivações e a maneira como você vê o mundo, a fim de mudar seu comportamento e a forma como interage com os outros. Aprenda a aproveitar melhor seu tempo, definir sua missão pessoal e construir relacionamentos produtivos com outras pessoas.

(continuação)...

  • Isso te inspira.

Hábito 3: Priorize o que é importante em vez do que é urgente

Descrição do hábito

Priorize seu tempo e suas ações para estar à altura da sua declaração de missão pessoal. (Nota da Shortform: Para ajudá-lo a aplicar os conselhos de Covey, incluímos estratégias organizacionais mais adiante neste guia, com base na abordagem mais detalhada e sistemática descrita em Getting Things Done.)

Por que isso é importante

Para priorizar as tarefas que terão o maior impacto positivo em sua vida, Covey propõe uma matriz de gestão do tempo originalmente concebida pelo presidente Eisenhower, que classifica as tarefas com base em sua urgência e importância (ou seja, na medida em que contribuem para seus objetivos, valores e declaração de missão pessoal). A matriz possui quatro categorias de tarefas, às quais Covey se refere como quadrantes:

  1. Categoria 1: Urgente e importante — As crises e os problemas desta categoria consomem seu tempo e o distraem da prevenção de crises futuras, criando um ciclo vicioso.
  2. Categoria 2: Não urgente, mas importante — É aqui que você deve dedicar a maior parte do seu tempo, pois inclui atividades que poderiam ser facilmente adiadas, mas que trazem grandes benefícios a longo prazo (como praticar exercícios).
  3. Categoria 3: Urgente, mas não importante — Essas atividades geralmente são coisas que outras pessoas querem que você faça, mas que não são importantes para você.
  4. Categoria 4: Nem urgente nem importante — Essas atividades de lazer e entretenimento não agregam nada à sua vida, e as pessoas eficazes tendem a evitá-las.

Desenvolva habilidades de gestão do tempo para complementar as ferramentas

Estudos sugerem que essa matriz é uma ferramenta útil, mas não desenvolve todas as três habilidades necessárias para uma gestão eficaz do tempo, sendo que cada uma delas é igualmente importante:

  • A consciência de que o tempo disponível é limitado — a matriz não avalia a precisão das suas estimativas de tempo para as tarefas, nem melhora a forma como você distribui seu tempo limitado.

  • Organização do seu tempo por meio do estabelecimento de metas, do planejamento e da programação — a matriz é mais eficaz nessa categoria, pois ajuda a priorizar as tarefas mais importantes para programá-las adequadamente.

  • A capacidade de ajustar o uso do tempo durante a execução de tarefas, especialmente quando você é interrompido e precisa reajustar as prioridades — a matriz pode facilitar essa adaptação, oferecendo um sistema para avaliar as prioridades rapidamente caso seu trabalho seja interrompido por uma solicitação urgente.

Como fazer

Covey afirma que o planejamento semanal é a maneira mais eficaz de gerenciar seu tempo e alcançar seus objetivos: uma programação semanal é suficientemente detalhada para garantir que as tarefas importantes sejam realizadas prontamente, e é suficientemente flexível para se adaptar quando surgem imprevistos.

Siga estas etapas para criar seu plano semanal:

  1. Identifique suas funções (como funcionário ou voluntário).
  2. Identifique uma ou duas metas que você deseja alcançar para cada função na próxima semana.
  3. Defina um prazo para cumprir cada meta.
  4. Reserve um tempo para atividades que o revigorem e revitalizem. (Mais sobre isso no Hábito 7.)
  5. Reserve um tempo livre e flexível para imprevistos.
  6. Quando surgirem imprevistos, avalie como eles se encaixam nos seus objetivos e na sua agenda.

Estabeleça prioridades e coloque as coisas em prática

O Hábito 3 adota uma abordagem abrangente para a gestão do tempo, mas o sistema Getting Things Done (GTD) oferece orientações mais específicas sobre como reunir, avaliar, organizar e lidar com o fluxo incessante de e-mails e demandas. As cinco etapas do sistema GTD são:

  • Registre todos os problemas, ideias, lembretes e tarefas em uma bandeja de entrada designada.

  • Esclareça o que você precisa fazer com cada item: jogar fora, guardar para referência, delegar, realizar, agendar ou guardar para reconsiderar mais tarde.

  • Organize cada item: arquive itens de referência e assuntos a serem reconsiderados, repasse itens delegados, anote itens de ação em uma lista de tarefas e coloque itens agendados no calendário.

  • Revise seu calendário e sua lista de tarefas com frequência; seu calendário determina a estrutura dos seus dias e semanas, enquanto sua lista de tarefas indica o que você deve fazer entre os compromissos agendados.

  • Dedique-se com a tarefa; em outras palavras, conclua-a.

Em vez de criar uma programação semanal, como recomenda Covey, o sistema GTD dá ênfase a uma revisão semanal para atualizar as listas de tarefas e os calendários, além de analisar os compromissos agendados e as prioridades para a semana seguinte.

Hábito 4: Buscar benefícios mútuos

Descrição do hábito

Ao lidar com um problema ou uma negociação com alguém, procure sempre encontrar uma solução que beneficie ambas as partes.

Por que isso é importante

Embora os hábitos 1 a 3 se concentrem na eficácia pessoal, Covey afirma que os hábitos 4 a 6 se concentram na construção do sucesso interdependente (ou colaborativo) por meio de relacionamentos sólidos e interações eficazes.

O Hábito 4 é o primeiro passo: encare cada interação como uma oportunidade de alcançar um resultado mutuamente benéfico, o que Covey denomina mentalidade “ganha-ganha”.

  • Descrição: Essa mentalidade valoriza a cooperação em detrimento da competição — o sucesso de uma pessoa não se dá às custas do sucesso de outra.
  • Benefícios: Fortalece o relacionamento entre as pessoas envolvidas — melhorando a qualidade de futuras colaborações — e leva a soluções mais inovadoras.

(Nota resumida: Embora a ideia de encontrar uma solução mutuamente benéfica pareça atraente, o coach de negociação Jim Camp argumenta que o modelo “ganha-ganha” muitas vezes pressiona ambas as partes a chegarem rapidamente a qualquer acordo, em vez de realizarem as negociações necessárias para alcançar o melhor resultado .)

Como fazer

Depois de adotar a mentalidade certa e de se sentar para negociar ou trabalhar em conjunto, como é que se chega, na prática, a uma solução mutuamente benéfica? Covey oferece estas dicas:

  1. Tente compreender o ponto de vista da outra pessoa. Explicaremos como fazer isso no Hábito 5. (Nota da Shortform: Em vez de simplesmente compreendê-lo, o autor do livro , o autor Chris Voss promove mudar a perspectiva da outra pessoa a seu favor.)
  2. Descreva as principais preocupações de cada pessoa da forma mais objetiva possível. (Nota do Shortform: Voss sugere uma tática de “empatia calculada”, na qual você identifica os sentimentos da outra pessoa para aumentar a confiança e a sintonia, com o objetivo de conseguir o que deseja.)
  3. Identifique quais resultados constituem uma “vitória” para cada pessoa. (Nota resumida: Voss afirma que os desejos e os medos muitas vezes distraem as pessoas do que elas realmente querem nas negociações.)
  4. Encontre uma nova solução que permita alcançar esses resultados. (Nota resumida: Os autores de Getting to Yes , os autores Roger Fisher e William Ury sugerem o uso de critérios objetivos— como valores de mercado — para avaliar como uma solução beneficia cada parte.)

Hábito 5: Ouvir e compreender o outro primeiro

Descrição do hábito

Ao se comunicar com os outros, Covey recomenda que você tente compreender a perspectiva deles antes de pedir que compreendam a sua.

Por que isso é importante

Covey destaca que não é possível chegar a uma solução mutuamente benéfica sem primeiro compreender os interesses da outra pessoa. Isso requer uma escuta empática, ou seja, o esforço de compreender as perspectivas da outra pessoa, interpretando tanto o que ela diz quanto o que ela sente. (Nota da Shortform: Pesquisas posteriores revelaram que, além da empatia, uma escuta eficaz envolve dar respostas solidárias e construtivas.)

Como fazer

Covey sugere que você pratique a escuta empática com estes exercícios:

  • Observe as pessoas para praticar a interpretação de sinais não verbais. Observe uma interação à distância. O que você consegue perceber sobre as emoções das pessoas apenas com base na linguagem corporal delas?
  • Pratique mudar de perspectiva. Em um debate ou negociação, tente descrever a situação do ponto de vista da outra pessoa. Em seguida, explique seu ponto de vista a partir dessa perspectiva .
  • Peça a opinião de um amigo ou familiar. Explique o conceito de escuta empática e peça que, daqui a uma semana, eles avaliem se você os ouviu com empatia.

Estratégias específicas para a escuta empática

Os exercícios de Covey permitem que você pratique a escuta empática, mas ele não oferece muitas estratégias específicas. Complemente os exercícios de Covey com estas estratégias práticas para a escuta empática do Centro de Prevenção de Crises:

  • Mostre que está ouvindo por meio da linguagem corporal e de gestos, como acenar com a cabeça.

  • Não tire conclusões precipitadas. Você não precisa concordar com a outra pessoa, mas deve deixar suas opiniões de lado por um momento para compreender o ponto de vista dela.

  • Refraseie o que você acha que a outra pessoa está dizendo e pergunte se você entendeu direito.

  • Aceite o silêncio. Às vezes, basta a sua presença para que a outra pessoa se sinta apoiada.

  • Não interrompa a conversa. Certifique-se de que a outra pessoa tenha dito tudo o que queria dizer.

Hábito 6: Colaborar para criar possibilidades

Descrição do hábito

Covey afirma que colaborar (criando o que ele chama de “sinergia”) com outra pessoa permite que você alcance mais do que qualquer um de vocês conseguiria sozinho.

Por que isso é importante

Covey acredita que a colaboração gera resultados superiores à soma das partes, como em 1 + 1 = 3 ou mais (por exemplo, um cantor mais outro cantor criam uma harmonia). Isso é possível porque o próprio relacionamento agrega valor ao criar a oportunidade para a colaboração.

A mentalidade de benefício mútuo do Hábito 4 e a escuta empática do Hábito 5 promovem a confiança e a boa vontade, que são essenciais para uma comunicação e colaboração eficazes. Covey sugere que o processo colaborativo fortalece o relacionamento, o que beneficia colaborações futuras. (Nota resumida: pesquisas posteriores revelaram que a conexão entre empatia, confiança e colaboração é neurológica: quando as pessoas se sentem confiáveis, seus cérebros liberam níveis mais elevados de oxitocina, o que as torna mais confiáveis e dispostas a confiar. Como resultado, em ambientes de alta confiança, as pessoas se tornam mais produtivas e colaborativas.)

Como fazer

Para colaborar de forma eficaz, Covey afirma que é preciso haver “sinergia interna”. Em outras palavras, é preciso ser ao mesmo tempo analítico e intuitivo, pois a vida pode ser tanto lógica quanto emocional.

(Nota resumida: Para complementar os conselhos de Covey, que são bastante abstratos, os gestores podem recorrer a estratégias específicas para aumentar a confiança e promover a colaboração em suas equipes. Essas táticas incluem incentivar o estabelecimento de laços entre os membros da equipe, dar às pessoas liberdade para escolherem como trabalham e celebrar os sucessos publicamente e de forma imediata.)

Hábito 7: Pratique a auto-renovação

Descrição do hábito

O último hábito de Covey, a autorrenovação, mantém o seu bem-estar para que você possa continuar a colocar em prática os hábitos 1 a 6.

Por que isso é importante

Covey afirma que manter-se saudável mental e fisicamente previne o esgotamento, contribui para a produtividade e, na verdade, melhora sua eficiência e eficácia gerais, criando um ciclo virtuoso de crescimento. A autorrenovação também ajuda a manter a disciplina e o foco em seus objetivos e valores.

(Nota resumida: Um benefício fundamental que Covey deixa de lado é que a autorrenovação atenua os impactos negativos do estresse. Isso redefine o valor do autocuidado: ele não faz você se sentir melhor mascarando ou desviando a atenção dos seus problemas, mas sim ajudando você a superá-los.)

Como fazer

Covey recomenda praticar quatro aspectos da auto-renovação:

  1. Físico — Alimente-se bem, pratique exercícios e durma o suficiente, além de reservar um tempo para relaxar.
  2. Espiritual — Isso pode incluir orar, meditar, ler e passar tempo na natureza.
  3. Mental — Leia, escreva e exponha-se a novas informações.
  4. Social/emocional — Como a saúde emocional está intimamente ligada às interações sociais, Covey argumenta que essa forma de autorrenovação, na verdade, decorre da prática dos Hábitos 4 a 6.

Concentre-se no que é mais importante

Os minimalistas desenvolveram categorias semelhantes, não com o objetivo específico de se renovarem, mas sim como uma forma de se concentrarem nas coisas mais importantes, a fim de eliminar o excesso e levar uma vida mais simples. No entanto, organizar a sua vida nessas áreas também pode contribuir para a renovação pessoal. Os autores do livro , Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus, descrevem cinco valores-chave (alguns dos quais se sobrepõem às quatro dimensões de Covey):

  • Saúde— Alimente-se bem e pratique exercícios físicos.

  • Relacionamentos— Abandone os relacionamentos improdutivos e invista nos que são significativos.

  • Paixões— Busque uma paixão motivada por uma missão, em vez de uma carreira e status.

  • Crescimento— Faça pequenas mudanças diárias que contribuam para um crescimento significativo ao longo do tempo.

  • Contribua com os outros— Preste serviços à sociedade e ajude os outros a crescer.

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Aqui está uma prévia do restante do resumo em PDF do livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, da Shortform:

Leia o resumo completo em PDF

Resumo em PDF Introdução resumida

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Em aulas, livros e cursos de formação, Covey dedicou sua carreira a ensinar as pessoas sobre gestão empresarial, habilidades de liderança e desenvolvimento pessoal, tendo recebido diversos reconhecimentos por seu trabalho.

**Conecte-se...

Resumo em PDF Parte 1 | Introdução aos hábitos: mude sua perspectiva

...

Comportamento nº 2: Ela dá aos funcionários liberdade para trabalhar de forma independente e entra em contato periodicamente para oferecer apoio.

Resultado nº 2: Seus subordinados têm autonomia para abordar cada projeto com o máximo empenho, mesmo que adotem uma abordagem diferente daquela que seu supervisor adotaria. Além disso, essa liberdade demonstra aos funcionários que seu supervisor confia neles, o que os motiva a se empenhar e a ter um bom desempenho.

Covey explica que todos nós temos um mosaico de perspectivas influenciadas por uma vida inteira de contato com o mundo— família, educação, trabalho, religião, amigos e cultura. Ironicamente, embora nossas perspectivas determinem todos os nossos pensamentos, ações e emoções, estamos tão acostumados a elas — como um peixe na água — que raramente percebemos que elas existem, muito menos questionamos sua precisão. Por exemplo, suas convicções políticas são uma lente através da qual você vê os acontecimentos e as pessoas. Pense na última vez em que você reagiu emocionalmente ao discurso de um presidente (seja de forma positiva ou negativa); por quanto tempo você parou para questionar por que se sentiu assim e quais perspectivas influenciaram sua interpretação desse discurso?

**Desperte o Gigante Interior: Perspectivas sobre a STEM...

Resumo em PDF A lógica por trás dos Sete Hábitos

...

  • Elas são uma expressão do seu caráter, pois surgem sem que você faça qualquer esforço consciente para se apresentar de alguma forma específica.

  • São reforços poderosos porque persistem independentemente do seu esforço consciente.

Como explicam os autores Peter C. Brown, Henry L. Roediger III e Mark A. McDaniel em Make It Stick: The Science of Successful Learning, esse é o cerne do valor dos hábitos: quando um comportamento se torna subconsciente, ele passa a funcionar no piloto automático, deixando sua mente consciente livre para lidar com outras coisas.

Em outras palavras, os hábitos basicamente colocam o bom comportamento no piloto automático. Isso tem duas funções essenciais:

  • Isso garante que você mantenha esse comportamento a longo prazo

  • Isso poupa sua energia mental para que você possa tomar mais decisões acertadas

Além disso, Covey apresenta os sete hábitos em uma sequência específica, com o objetivo de promover uma perspectiva de interdependência, que, segundo ele, é fundamental para ser eficaz em todos os aspectos da vida — do casamento à família e ao ambiente de trabalho. **Pessoas interdependentes sabem cuidar de suas próprias necessidades, mas também reconhecem que uma equipe colaborativa ou uma parceria é mais do que a soma das partes...

O que dizem nossos leitores

Este é o melhor resumo de “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” que já li. Aprendi todos os pontos principais em apenas 20 minutos.

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Resumo em PDF Parte 2: Aumente sua independência | Hábito 1: Tome a iniciativa

...

  • Pessoas com um locus de controle externo (como aquelas que são influenciadas por fatores externos) atribuem suas circunstâncias a forças externas sobre as quais não têm controle. Elas negam a responsabilidade pelos fracassos, bem como o mérito pelos sucessos, o que as deixa sem autoconfiança e sem autonomia.

  • Pessoas com um locus de controle interno (como aquelas que tomam a iniciativa) acreditam que têm influência direta sobre o próprio futuro. Elas aprendem com os fracassos e procuram melhorar para lidar com situações futuras.

Segundo Achor, essa sensação de controle contribui para aumentar a motivação, reduzir o estresse, fortalecer os relacionamentos, melhorar a comunicação e a resolução de problemas, aumentar a satisfação no trabalho e melhorar a saúde física.

Covey faz questão de distinguir entre tomar iniciativa e ser cegamente otimista. (Nota da Shortform: essa diferença se reflete na forma como as pessoas reagem à desigualdade racial sistêmica, especialmente agora que a questão tem sido mais amplamente divulgada e reconhecida nos últimos anos.)

  • **Os empreendedores aceitam as realidades difíceis e decidem como...

Resumo em PDF Hábito 2: Visualize a vida que você deseja

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(Nota resumida: Enquanto Covey sugere encontrar clareza imaginando-se no fim da vida e trabalhando de trás para frente, o autor e psicólogo organizacional Benjamin Hardy aconselha fazer o contrário: imagine o que você faria se tivesse apenas um mês de vida, mas não pudesse contar a ninguém sobre seu prognóstico. E se você tivesse um ano? Cinco anos? Sua explicação sugere que a urgência de decidir o que você faria com apenas um mês destaca o que é mais importante, enquanto ampliar essa visão para um ano e depois para cinco anos ajuda a esclarecer como equilibrar esses valores com a logística necessária do dia a dia — por exemplo, talvez você pudesse negligenciar o trabalho e passar o tempo apenas com seus entes queridos por um mês, mas não por cinco anos.)

Com isso em mente, Covey recomenda criar uma declaração de missão pessoal (vamos chamá-la de seu manifesto pessoal para enfatizar a paixão por trás dela e as ações diárias que ela visa inspirar). Trata-se de um documento dinâmico que engloba quem você quer ser e o que você quer fazer. **Seu manifesto ajuda a mantê-lo focado em seus objetivos gerais, para que você possa garantir...

Resumo em PDF Hábito 3: Priorizar o importante em detrimento do urgente

...

  • Ação: Dedique tempo a essas tarefas.

Categoria 3: Urgente, mas não importante

  • Tipos de tarefas: coisas que outras pessoas querem que você faça, mas que não contribuem para seus objetivos e valores (como tarefas rotineiras e sem sentido)
  • Esse tipo de atividade pode consumir seu precioso tempo e energia, sem agregar muito valor à sua vida. Algumas pessoas nem sequer percebem que essas questões não são importantes, partindo do princípio de que urgência implica importância.
  • Ação: Delegar.

Categoria 4: Nem urgente nem importante

  • Tipos de atividades: Lazer e entretenimento (como navegar nas redes sociais).
  • Essas atividades não trazem nenhum benefício para a sua vida, e as pessoas eficazes costumam evitá-las.
  • Ação: Pare de realizar essas tarefas.

Covey afirma que as pessoas eficazes compreendem o valor de investir proativamente em atividades da Categoria 2 — e fica mais fácil reconhecer o que é importante (e o que não é) depois que você define seus objetivos e princípios, como fez no Hábito 2.

Desenvolva habilidades de gestão do tempo para complementar as ferramentas

Embora Covey não mencione a autoria, essa matriz de gestão do tempo foi, na verdade, [criada pelo presidente Dwight D....

Resumo em PDF Parte 3: Melhorar as habilidades interpessoais | Hábito 4: Buscar benefícios mútuos

... </td> In interdependent relationships, Win/Win is usually the only viable option because it preserves the relationship’s health. </tr> Win/Win or No Deal:

Everyone Wins, or No One Does </td> Sometimes a Win/Win resolution is impossible, and it’s better for the relationship to drop the negotiation altogether. This is not always possible (for example, you can’t abandon your kids if you don’t see eye-to-eye with them). If that’s the case, take a compromise, which is a low form of the mutually beneficial approach. (Shortform note: This may not characterize a particular leadership type, but there are leaders who know when to leave a deal on the table—and those who don’t.) Sacrificing the negotiation for the sake of the relationship raises the odds of successfully collaborating in the future. </tr> Win/Lose:

Either I Beat You or You Beat Me </td> Everything is a competition; your success must come at the expense of...

Resumo em PDF Hábito 5: Ouvir e compreender o outro primeiro

...

If you don’t have a solid relationship with the other person or show a genuine interest in what she’s saying, mimicry can come off as insulting. </td> Your spouse says, “I hate this job. It’s just wasting my time.”

You respond, “You can’t stand your job. You feel like it’s a waste of time” </td> </tr> Stage 2 Rephrasing the content You have to actually process what the other person said. Your response is dominantly logic-oriented; it doesn’t address the other person’s emotions. In response to your spouse, you say, “You’re tired of your job and you don’t think it will help you in your career path.” Stage 3 Reflecting the feelings the person is expressing You pick up on how the other person is feeling, which helps you begin to understand their perspective. Your response is based in emotion; it doesn’t incorporate logic. Your response to your spouse is, “You’re feeling frustrated and exasperated.” Stage 4 ...

Por que os resumos curtos são os melhores?

Somos a maneira mais eficiente de aprender as ideias mais úteis de um livro.

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Já sentiu que um livro se prolonga demais, contando histórias que não servem para nada? Costuma ficar frustrado com um autor que não vai direto ao ponto?

Eliminamos o que é supérfluo, mantendo apenas os exemplos e as ideias mais úteis. Também reorganizamos os livros para maior clareza, colocando os princípios mais importantes em primeiro lugar, para que você possa aprender mais rápido.

Sempre abrangente

Outros resumos apresentam apenas um resumo de algumas das ideias contidas no livro. Consideramos que esses resumos são vagos demais para serem satisfatórios.

Na Shortform, queremos abordar todos os pontos importantes do livro. Aprenda as nuances, os principais exemplos e os detalhes essenciais sobre como aplicar as ideias.

3 níveis diferentes de detalhe

Em momentos diferentes, você precisa de níveis diferentes de detalhe. É por isso que cada livro é resumido em três versões:

1) Parágrafo para entender o essencial
2) Resumo de uma página, para identificar os principais pontos
3) Resumo e análise completos e abrangentes, contendo todos os pontos e exemplos úteis

Resumo em PDF Hábito 6: Colaborar para criar possibilidades

...

  • Muitas vezes leva a um acordo, uma versão menos satisfatória de uma solução mutuamente benéfica.
  • </ul> </td> </tr> High

    • Abrir
    • Vulnerável

    </td>

    • As pessoas se sentem à vontade para compartilhar abertamente suas opiniões porque confiam que os outros tentarão compreendê-las e desenvolver suas ideias.
    • As pessoas buscam soluções mutuamente benéficas.

    </td> </tr> </table>

    <!--SSMLContent

    Em um ambiente com baixo nível de confiança, a comunicação é marcada pela desconfiança e pela postura defensiva. O resultado: surge um ciclo vicioso: esse tipo de comunicação corrói ainda mais a confiança, o que faz com que as pessoas se tornem ainda mais cautelosas e defensivas. As pessoas adotam mentalidades do tipo “ganha-perde” ou “perde-ganha”.

    Em um ambiente de confiança moderada, a comunicação é educada e respeitosa, embora as pessoas evitem se abrir o suficiente a ponto de arriscar confrontos. O resultado: as pessoas compreendem intelectualmente as posições umas das outras, mas não questionam seus próprios paradigmas nem abrem a mente para novas possibilidades. Isso muitas vezes leva a um compromisso, uma versão menos satisfatória de uma solução mutuamente benéfica.

    Em um ambiente de alta confiança, a comunicação é aberta e sincera. As pessoas sentem...

    Resumo em PDF Parte 4 | Hábito 7: Pratique a auto-renovação

    ...

    Como fazer

    Covey propõe a autorrenovação em quatro dimensões e explica como cada uma delas se relaciona com os seis hábitos anteriores:

    1. Físico: Alimente-se bem, pratique exercícios e durma e descanse o suficiente. Isso exige a iniciativa aperfeiçoada no Hábito 1 (por exemplo, ir à academia ou preparar o jantar em vez de comer fast food), e cada vez que você faz uma escolha saudável, reforça essa disciplina.
    2. Espiritual: Isso pode assumir várias formas, como oração, meditação, leitura, escrita e passar tempo na natureza. Isso não só te inspira e te anima, mas também te reconecta ao teu centro e aos teus princípios (Hábito 2).
    3. Mental: Exercite sua mente lendo, escrevendo e expondo-se a novas informações. Você precisa de uma mente afiada para as práticas de organização e planejamento dos Hábitos 2 e 3, e para se comunicar de forma eficaz com os outros (Hábito 5).
    4. Social/emocional: Covey argumenta que, uma vez que a saúde emocional está intimamente ligada às interações sociais, essa forma de autorrenovação decorre, na verdade, da prática dos hábitos 4 a 6. Para praticar esses hábitos de forma eficaz, é necessário um forte senso de segurança pessoal, que se constrói ao viver em...