Resumo em PDF:Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, por Stephen R. Covey
Resumo do livro: Conheça os pontos principais em poucos minutos.
Veja abaixo uma prévia do resumo do livro "Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", de Stephen R. Covey, publicado pela Shortform. Leia o resumo completo na Shortform.
Resumo em PDF de uma página do livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”
Você quer melhorar a sua vida? Está enfrentando dificuldades na sua vida pessoal ou profissional, nas suas relações com outras pessoas, no equilíbrio entre vida pessoal e profissional ou no sentido da sua vida?
O livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” oferece uma abordagem abrangente para o aprimoramento pessoal e a melhoria da sua vida. Esse método envolve examinar e ajustar seu caráter, suas motivações e a maneira como você vê o mundo, a fim de mudar seu comportamento e a forma como interage com os outros. Aprenda a aproveitar melhor seu tempo, definir sua missão pessoal e construir relacionamentos produtivos com outras pessoas.
(continuação)...
- Isso te inspira.
Hábito 3: Priorize o que é importante em vez do que é urgente
Descrição do hábito
Priorize seu tempo e suas ações para estar à altura da sua declaração de missão pessoal. (Nota da Shortform: Para ajudá-lo a aplicar os conselhos de Covey, incluímos estratégias organizacionais mais adiante neste guia, com base na abordagem mais detalhada e sistemática descrita em Getting Things Done.)
Por que isso é importante
Para priorizar as tarefas que terão o maior impacto positivo em sua vida, Covey propõe uma matriz de gestão do tempo originalmente concebida pelo presidente Eisenhower, que classifica as tarefas com base em sua urgência e importância (ou seja, na medida em que contribuem para seus objetivos, valores e declaração de missão pessoal). A matriz possui quatro categorias de tarefas, às quais Covey se refere como quadrantes:
- Categoria 1: Urgente e importante — As crises e os problemas desta categoria consomem seu tempo e o distraem da prevenção de crises futuras, criando um ciclo vicioso.
- Categoria 2: Não urgente, mas importante — É aqui que você deve dedicar a maior parte do seu tempo, pois inclui atividades que poderiam ser facilmente adiadas, mas que trazem grandes benefícios a longo prazo (como praticar exercícios).
- Categoria 3: Urgente, mas não importante — Essas atividades geralmente são coisas que outras pessoas querem que você faça, mas que não são importantes para você.
- Categoria 4: Nem urgente nem importante — Essas atividades de lazer e entretenimento não agregam nada à sua vida, e as pessoas eficazes tendem a evitá-las.
Desenvolva habilidades de gestão do tempo para complementar as ferramentas
Estudos sugerem que essa matriz é uma ferramenta útil, mas não desenvolve todas as três habilidades necessárias para uma gestão eficaz do tempo, sendo que cada uma delas é igualmente importante:
A consciência de que o tempo disponível é limitado — a matriz não avalia a precisão das suas estimativas de tempo para as tarefas, nem melhora a forma como você distribui seu tempo limitado.
Organização do seu tempo por meio do estabelecimento de metas, do planejamento e da programação — a matriz é mais eficaz nessa categoria, pois ajuda a priorizar as tarefas mais importantes para programá-las adequadamente.
A capacidade de ajustar o uso do tempo durante a execução de tarefas, especialmente quando você é interrompido e precisa reajustar as prioridades — a matriz pode facilitar essa adaptação, oferecendo um sistema para avaliar as prioridades rapidamente caso seu trabalho seja interrompido por uma solicitação urgente.
Como fazer
Covey afirma que o planejamento semanal é a maneira mais eficaz de gerenciar seu tempo e alcançar seus objetivos: uma programação semanal é suficientemente detalhada para garantir que as tarefas importantes sejam realizadas prontamente, e é suficientemente flexível para se adaptar quando surgem imprevistos.
Siga estas etapas para criar seu plano semanal:
- Identifique suas funções (como funcionário ou voluntário).
- Identifique uma ou duas metas que você deseja alcançar para cada função na próxima semana.
- Defina um prazo para cumprir cada meta.
- Reserve um tempo para atividades que o revigorem e revitalizem. (Mais sobre isso no Hábito 7.)
- Reserve um tempo livre e flexível para imprevistos.
- Quando surgirem imprevistos, avalie como eles se encaixam nos seus objetivos e na sua agenda.
Estabeleça prioridades e coloque as coisas em prática
O Hábito 3 adota uma abordagem abrangente para a gestão do tempo, mas o sistema Getting Things Done (GTD) oferece orientações mais específicas sobre como reunir, avaliar, organizar e lidar com o fluxo incessante de e-mails e demandas. As cinco etapas do sistema GTD são:
Registre todos os problemas, ideias, lembretes e tarefas em uma bandeja de entrada designada.
Esclareça o que você precisa fazer com cada item: jogar fora, guardar para referência, delegar, realizar, agendar ou guardar para reconsiderar mais tarde.
Organize cada item: arquive itens de referência e assuntos a serem reconsiderados, repasse itens delegados, anote itens de ação em uma lista de tarefas e coloque itens agendados no calendário.
Revise seu calendário e sua lista de tarefas com frequência; seu calendário determina a estrutura dos seus dias e semanas, enquanto sua lista de tarefas indica o que você deve fazer entre os compromissos agendados.
Dedique-se com a tarefa; em outras palavras, conclua-a.
Em vez de criar uma programação semanal, como recomenda Covey, o sistema GTD dá ênfase a uma revisão semanal para atualizar as listas de tarefas e os calendários, além de analisar os compromissos agendados e as prioridades para a semana seguinte.
Hábito 4: Buscar benefícios mútuos
Descrição do hábito
Ao lidar com um problema ou uma negociação com alguém, procure sempre encontrar uma solução que beneficie ambas as partes.
Por que isso é importante
Embora os hábitos 1 a 3 se concentrem na eficácia pessoal, Covey afirma que os hábitos 4 a 6 se concentram na construção do sucesso interdependente (ou colaborativo) por meio de relacionamentos sólidos e interações eficazes.
O Hábito 4 é o primeiro passo: encare cada interação como uma oportunidade de alcançar um resultado mutuamente benéfico, o que Covey denomina mentalidade “ganha-ganha”.
- Descrição: Essa mentalidade valoriza a cooperação em detrimento da competição — o sucesso de uma pessoa não se dá às custas do sucesso de outra.
- Benefícios: Fortalece o relacionamento entre as pessoas envolvidas — melhorando a qualidade de futuras colaborações — e leva a soluções mais inovadoras.
(Nota resumida: Embora a ideia de encontrar uma solução mutuamente benéfica pareça atraente, o coach de negociação Jim Camp argumenta que o modelo “ganha-ganha” muitas vezes pressiona ambas as partes a chegarem rapidamente a qualquer acordo, em vez de realizarem as negociações necessárias para alcançar o melhor resultado .)
Como fazer
Depois de adotar a mentalidade certa e de se sentar para negociar ou trabalhar em conjunto, como é que se chega, na prática, a uma solução mutuamente benéfica? Covey oferece estas dicas:
- Tente compreender o ponto de vista da outra pessoa. Explicaremos como fazer isso no Hábito 5. (Nota da Shortform: Em vez de simplesmente compreendê-lo, o autor do livro , o autor Chris Voss promove mudar a perspectiva da outra pessoa a seu favor.)
- Descreva as principais preocupações de cada pessoa da forma mais objetiva possível. (Nota do Shortform: Voss sugere uma tática de “empatia calculada”, na qual você identifica os sentimentos da outra pessoa para aumentar a confiança e a sintonia, com o objetivo de conseguir o que deseja.)
- Identifique quais resultados constituem uma “vitória” para cada pessoa. (Nota resumida: Voss afirma que os desejos e os medos muitas vezes distraem as pessoas do que elas realmente querem nas negociações.)
- Encontre uma nova solução que permita alcançar esses resultados. (Nota resumida: Os autores de Getting to Yes , os autores Roger Fisher e William Ury sugerem o uso de critérios objetivos— como valores de mercado — para avaliar como uma solução beneficia cada parte.)
Hábito 5: Ouvir e compreender o outro primeiro
Descrição do hábito
Ao se comunicar com os outros, Covey recomenda que você tente compreender a perspectiva deles antes de pedir que compreendam a sua.
Por que isso é importante
Covey destaca que não é possível chegar a uma solução mutuamente benéfica sem primeiro compreender os interesses da outra pessoa. Isso requer uma escuta empática, ou seja, o esforço de compreender as perspectivas da outra pessoa, interpretando tanto o que ela diz quanto o que ela sente. (Nota da Shortform: Pesquisas posteriores revelaram que, além da empatia, uma escuta eficaz envolve dar respostas solidárias e construtivas.)
Como fazer
Covey sugere que você pratique a escuta empática com estes exercícios:
- Observe as pessoas para praticar a interpretação de sinais não verbais. Observe uma interação à distância. O que você consegue perceber sobre as emoções das pessoas apenas com base na linguagem corporal delas?
- Pratique mudar de perspectiva. Em um debate ou negociação, tente descrever a situação do ponto de vista da outra pessoa. Em seguida, explique seu ponto de vista a partir dessa perspectiva .
- Peça a opinião de um amigo ou familiar. Explique o conceito de escuta empática e peça que, daqui a uma semana, eles avaliem se você os ouviu com empatia.
Estratégias específicas para a escuta empática
Os exercícios de Covey permitem que você pratique a escuta empática, mas ele não oferece muitas estratégias específicas. Complemente os exercícios de Covey com estas estratégias práticas para a escuta empática do Centro de Prevenção de Crises:
Mostre que está ouvindo por meio da linguagem corporal e de gestos, como acenar com a cabeça.
Não tire conclusões precipitadas. Você não precisa concordar com a outra pessoa, mas deve deixar suas opiniões de lado por um momento para compreender o ponto de vista dela.
Refraseie o que você acha que a outra pessoa está dizendo e pergunte se você entendeu direito.
Aceite o silêncio. Às vezes, basta a sua presença para que a outra pessoa se sinta apoiada.
Não interrompa a conversa. Certifique-se de que a outra pessoa tenha dito tudo o que queria dizer.
Hábito 6: Colaborar para criar possibilidades
Descrição do hábito
Covey afirma que colaborar (criando o que ele chama de “sinergia”) com outra pessoa permite que você alcance mais do que qualquer um de vocês conseguiria sozinho.
Por que isso é importante
Covey acredita que a colaboração gera resultados superiores à soma das partes, como em 1 + 1 = 3 ou mais (por exemplo, um cantor mais outro cantor criam uma harmonia). Isso é possível porque o próprio relacionamento agrega valor ao criar a oportunidade para a colaboração.
A mentalidade de benefício mútuo do Hábito 4 e a escuta empática do Hábito 5 promovem a confiança e a boa vontade, que são essenciais para uma comunicação e colaboração eficazes. Covey sugere que o processo colaborativo fortalece o relacionamento, o que beneficia colaborações futuras. (Nota resumida: pesquisas posteriores revelaram que a conexão entre empatia, confiança e colaboração é neurológica: quando as pessoas se sentem confiáveis, seus cérebros liberam níveis mais elevados de oxitocina, o que as torna mais confiáveis e dispostas a confiar. Como resultado, em ambientes de alta confiança, as pessoas se tornam mais produtivas e colaborativas.)
Como fazer
Para colaborar de forma eficaz, Covey afirma que é preciso haver “sinergia interna”. Em outras palavras, é preciso ser ao mesmo tempo analítico e intuitivo, pois a vida pode ser tanto lógica quanto emocional.
(Nota resumida: Para complementar os conselhos de Covey, que são bastante abstratos, os gestores podem recorrer a estratégias específicas para aumentar a confiança e promover a colaboração em suas equipes. Essas táticas incluem incentivar o estabelecimento de laços entre os membros da equipe, dar às pessoas liberdade para escolherem como trabalham e celebrar os sucessos publicamente e de forma imediata.)
Hábito 7: Pratique a auto-renovação
Descrição do hábito
O último hábito de Covey, a autorrenovação, mantém o seu bem-estar para que você possa continuar a colocar em prática os hábitos 1 a 6.
Por que isso é importante
Covey afirma que manter-se saudável mental e fisicamente previne o esgotamento, contribui para a produtividade e, na verdade, melhora sua eficiência e eficácia gerais, criando um ciclo virtuoso de crescimento. A autorrenovação também ajuda a manter a disciplina e o foco em seus objetivos e valores.
(Nota resumida: Um benefício fundamental que Covey deixa de lado é que a autorrenovação atenua os impactos negativos do estresse. Isso redefine o valor do autocuidado: ele não faz você se sentir melhor mascarando ou desviando a atenção dos seus problemas, mas sim ajudando você a superá-los.)
Como fazer
Covey recomenda praticar quatro aspectos da auto-renovação:
- Físico — Alimente-se bem, pratique exercícios e durma o suficiente, além de reservar um tempo para relaxar.
- Espiritual — Isso pode incluir orar, meditar, ler e passar tempo na natureza.
- Mental — Leia, escreva e exponha-se a novas informações.
- Social/emocional — Como a saúde emocional está intimamente ligada às interações sociais, Covey argumenta que essa forma de autorrenovação, na verdade, decorre da prática dos Hábitos 4 a 6.
Concentre-se no que é mais importante
Os minimalistas desenvolveram categorias semelhantes, não com o objetivo específico de se renovarem, mas sim como uma forma de se concentrarem nas coisas mais importantes, a fim de eliminar o excesso e levar uma vida mais simples. No entanto, organizar a sua vida nessas áreas também pode contribuir para a renovação pessoal. Os autores do livro , Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus, descrevem cinco valores-chave (alguns dos quais se sobrepõem às quatro dimensões de Covey):
Saúde— Alimente-se bem e pratique exercícios físicos.
Relacionamentos— Abandone os relacionamentos improdutivos e invista nos que são significativos.
Paixões— Busque uma paixão motivada por uma missão, em vez de uma carreira e status.
Crescimento— Faça pequenas mudanças diárias que contribuam para um crescimento significativo ao longo do tempo.
Contribua com os outros— Preste serviços à sociedade e ajude os outros a crescer.
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