Resumo em PDF:Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, por

Resumo do livro: Aprenda os pontos principais em poucos minutos.

Abaixo está uma prévia do resumo do livro Shortform de Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, de Stephen R. Covey. Leia o resumo completo e abrangente no Shortform.

Resumo em PDF de uma página dos 7 hábitos das pessoas altamente eficazes

Você quer melhorar sua vida? Você está enfrentando dificuldades na sua vida pessoal ou profissional, nas suas interações com outras pessoas, no equilíbrio da sua vida ou no propósito da sua vida?

Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes fornecem uma abordagem completa para melhorar a si mesmo e sua vida. Esse método envolve examinar e ajustar seu caráter, suas motivações e como você vê o mundo, a fim de mudar seu comportamento e como você interage com os outros. Aprenda a melhor forma de concentrar seu tempo, definir sua missão pessoal e construir relacionamentos produtivos com outras pessoas.

(continuação)...

Hábito 3: Priorize o importante em detrimento do urgente

Descrição do hábito

Priorize seu tempo e suas ações para cumprir sua missão pessoal. (Nota resumida: para ajudá-lo a aplicar os conselhos de Covey, incluímos estratégias organizacionais mais adiante neste guia, a partir da abordagem mais detalhada e sistemática descrita em Getting Things Done.)

Por que isso é importante

Para priorizar as tarefas que terão o maior impacto positivo em sua vida, Covey promove uma matriz de gerenciamento de tempo originalmente projetada pelo presidente Eisenhower que categoriza as tarefas com base em sua urgência e importância (o que significa que elas contribuem para seus objetivos, valores e declaração de missão pessoal). A matriz tem quatro categorias de tarefas, que Covey chama de quadrantes:

  1. Categoria 1: Urgente e importante — As crises e os problemas nesta categoria consomem seu tempo e o distraem de prevenir crises futuras, criando um ciclo vicioso.
  2. Categoria 2: Não urgente, mas importante — É aqui que você deve dedicar a maior parte do seu tempo, pois inclui atividades que podem ser facilmente adiadas, mas que trazem grandes benefícios a longo prazo (como praticar exercícios).
  3. Categoria 3: Urgente, mas não importante — Essas atividades são normalmente coisas que outras pessoas querem que você faça, mas que não são importantes para você.
  4. Categoria 4: Nem urgente nem importante — Essas atividades de lazer e entretenimento não contribuem em nada para sua vida, e pessoas eficazes tendem a evitá-las.

Desenvolva habilidades de gerenciamento de tempo para complementar as ferramentas

Pesquisas sugerem que essa matriz é uma ferramenta útil, mas não desenvolve todas as três habilidades necessárias para uma gestão eficaz do tempo, cada uma delas igualmente importante:

  • Consciência de que seu tempo disponível é limitado — a matriz não mede a precisão de suas estimativas de tempo para tarefas, nem melhora a forma como você aloca seu tempo limitado.

  • Organização do seu tempo por meio do estabelecimento de metas, planejamento e programação — a matriz é mais eficaz nessa categoria porque ajuda você a priorizar as tarefas mais importantes para programá-las adequadamente.

  • Adaptação do seu tempo durante a execução de tarefas, especialmente quando você é interrompido e precisa mudar suas prioridades — a matriz pode melhorar a adaptação, fornecendo um sistema para avaliar as prioridades rapidamente se o seu trabalho for interrompido por uma solicitação urgente.

Como fazer

Covey afirma que o planejamento semanal é a maneira mais eficaz de gerenciar seu tempo e atingir seus objetivos: uma programação semanal é restrita o suficiente para garantir que tarefas importantes sejam realizadas prontamente e ampla o suficiente para ser flexível quando surgirem imprevistos.

Siga estas etapas para criar seu plano semanal:

  1. Identifique suas funções (como funcionário ou voluntário).
  2. Identifique uma ou duas metas que você deseja alcançar para cada função na próxima semana.
  3. Atribua um dia para atingir cada objetivo.
  4. Reserve tempo para atividades que o renovem e revitalizem. (Mais informações sobre isso no Hábito 7.)
  5. Reserve um tempo livre e não programado para imprevistos.
  6. Quando surgirem imprevistos, avalie como eles se encaixam em seus objetivos e cronograma.

Priorize e realize suas tarefas

O hábito 3 adota uma abordagem abrangente para a gestão do tempo, mas o sistema Getting Things Done (GTD) oferece conselhos mais específicos sobre como reunir, avaliar, organizar e lidar com o fluxo incessante de e-mails e demandas. As cinco etapas do sistema GTD são:

  • Capture todos os problemas, ideias, lembretes e tarefas em uma bandeja designada.

  • Esclareça o que você precisa fazer com cada item: jogá-lo fora, mantê-lo para referência, delegá-lo, fazê-lo, agendá-lo ou guardá-lo para reconsiderar mais tarde.

  • Organize cada item: arquive itens de referência e coisas a reconsiderar, entregue itens delegados, escreva itens de ação em uma lista de tarefas e coloque itens programados em um calendário.

  • Revise seu calendário e sua lista de tarefas com frequência; seu calendário determina a estrutura de seus dias e semanas, enquanto sua lista de tarefas indica o que você deve fazer entre os compromissos agendados.

  • Envolva-se na tarefa; em outras palavras, faça-a.

Em vez de criar uma programação semanal, como recomenda Covey, o sistema GTD enfatiza uma revisão semanal para atualizar listas de tarefas e calendários e revisar compromissos agendados e prioridades para a semana seguinte.

Hábito 4: Buscar benefícios mútuos

Descrição do hábito

Ao lidar com um problema ou negociação com alguém, sempre procure encontrar uma solução mutuamente benéfica.

Por que isso é importante

Enquanto os hábitos 1 a 3 se concentram na eficácia pessoal, Covey afirma que os hábitos 4 a 6 se concentram na construção de um sucesso interdependente (ou colaborativo) por meio de relacionamentos sólidos e interações eficazes.

O hábito 4 é o primeiro passo: encare cada interação como uma oportunidade para encontrar um resultado mutuamente benéfico, o que Covey chama de mentalidade “ganha-ganha”.

  • Descrição: Essa mentalidade valoriza a cooperação em vez da competição — o sucesso de uma pessoa não ocorre às custas do sucesso de outra.
  • Benefícios: Fortalece o relacionamento entre as pessoas envolvidas, melhorando a qualidade das colaborações futuras e levando a soluções mais inovadoras.

(Nota resumida: Embora a ideia de encontrar uma solução mutuamente benéfica pareça atraente, o coach de negociação Jim Camp argumenta que o ganho mútuo muitas vezes pressiona ambas as partes a se apressarem em chegar a um acordo, em vez de fazerem as negociações necessárias para alcançar o melhor acordo .)

Como fazer

Depois de adotar a mentalidade certa e sentar-se para negociar ou trabalhar em conjunto, como chegar a uma solução mutuamente benéfica? Covey oferece estas dicas:

  1. Tente compreender a perspectiva da outra pessoa. Explicaremos como fazer isso no Hábito 5. (Nota resumida: em vez de simplesmente compreender, Nunca Divida a Diferença , o autor Chris Voss promove mudar a perspectiva da outra pessoa a seu favor.)
  2. Descreva as maiores preocupações de cada pessoa da forma mais objetiva possível. (Nota resumida: Voss sugere uma tática de “empatia calculada”, na qual você identifica os sentimentos da outra pessoa para aumentar a confiança e o rapport, com o objetivo de conseguir o que deseja.)
  3. Identifique quais resultados constituem uma “vitória” para cada pessoa. (Nota resumida: Voss afirma que os desejos e medos muitas vezes distraem as pessoas do que elas realmente querem nas negociações.)
  4. Determine uma nova solução que alcance esses resultados. (Nota resumida: Getting to Yes , Roger Fisher e William Ury sugerem o uso de critérios objetivos, como valores de mercado, para medir como uma solução beneficia cada lado.)

Hábito 5: Ouça e compreenda o outro primeiro

Descrição do hábito

Ao se comunicar com outras pessoas, Covey recomenda que você tente entender a perspectiva delas antes de pedir que elas entendam a sua.

Por que isso é importante

Covey destaca que não é possível chegar a uma solução mutuamente benéfica sem primeiro compreender os interesses da outra pessoa. Isso requer uma escuta empática, ou seja, esforçar-se para compreender as perspectivas da outra pessoa, interpretando o que ela está dizendo e também como se sente. (Nota resumida: pesquisas posteriores descobriram que, além da empatia, uma escuta eficaz envolve dar respostas construtivas e de apoio.)

Como fazer

Covey sugere que você pratique a escuta empática com estes exercícios:

  • Observe as pessoas para praticar a interpretação de sinais não verbais. Observe uma interação à distância. O que você consegue perceber sobre as emoções das pessoas apenas com base na linguagem corporal delas?
  • Pratique mudar de perspectiva. Em um debate ou negociação, tente descrever a situação do ponto de vista da outra pessoa. Em seguida, explique seu ponto de vista através da perspectiva dela .
  • Peça feedback a um amigo ou familiar. Explique o conceito de escuta empática e peça que, em uma semana, eles avaliem o quanto você os ouviu com empatia.

Estratégias específicas para a escuta empática

Os exercícios de Covey permitem que você pratique a escuta empática, mas ele não fornece muitas estratégias específicas. Complemente os exercícios de Covey com estas estratégias práticas para a escuta empática do Centro de Prevenção de Crises:

  • Mostre que você está ouvindo com sua linguagem corporal e gestos, como acenar com a cabeça.

  • Não faça julgamentos precipitados. Você não precisa concordar com a outra pessoa, mas deve deixar suas opiniões de lado por tempo suficiente para entender a perspectiva dela.

  • Parafraseie o que você acha que a outra pessoa está dizendo e pergunte se você está certo.

  • Abrace o silêncio. Às vezes, sua presença é suficiente para fazer com que a outra pessoa se sinta apoiada.

  • Não interrompa a conversa. Certifique-se de que a outra pessoa tenha expressado tudo o que queria dizer.

Hábito 6: Colabore para criar possibilidades

Descrição do hábito

Covey afirma que colaborar (criar o que ele chama de “sinergia”) com outra pessoa permite que você alcance mais do que qualquer um de vocês poderia sozinho.

Por que isso é importante

Covey acredita que a colaboração gera resultados maiores do que a soma das partes, como em 1+1 = 3 ou mais (por exemplo, um cantor mais outro cantor cria uma harmonia). Isso é possível porque o próprio relacionamento agrega valor ao criar a oportunidade de colaboração.

A mentalidade mutuamente benéfica do Hábito 4 e a escuta empática do Hábito 5 promovem a confiança e a boa vontade, necessárias para uma comunicação e colaboração eficazes. Covey sugere que o processo colaborativo fortalece o relacionamento, o que beneficia futuras colaborações. (Nota resumida: pesquisas posteriores revelaram que a conexão entre empatia, confiança e colaboração é neurológica: quando as pessoas se sentem confiáveis, seus cérebros liberam níveis mais altos de oxitocina, o que as torna mais confiáveis e confiantes. Como resultado, em ambientes de alta confiança, as pessoas se tornam mais produtivas e colaborativas.)

Como fazer

Para colaborar de forma eficaz, Covey afirma que é necessária uma “sinergia interna”. Em outras palavras, seja analítico e intuitivo, pois a vida pode ser lógica e emocional.

(Nota resumida: Para complementar o conselho de Covey, que é bastante abstrato, os gerentes podem usar estratégias específicas para aumentar a confiança e promover a colaboração em suas equipes. Essas táticas incluem incentivar o estabelecimento de relacionamentos entre os colegas de equipe, dar às pessoas a liberdade de escolher como trabalhar e comemorar os sucessos publicamente e prontamente.)

Hábito 7: Pratique a auto-renovação

Descrição do hábito

O último hábito de Covey, a auto-renovação, mantém seu bem-estar para que você possa continuar realizando o trabalho dos hábitos 1 a 6.

Por que isso é importante

Covey afirma que manter-se mental e fisicamente saudável previne o esgotamento, apoia a produtividade e, na verdade, melhora sua eficiência e eficácia geral, criando uma espiral ascendente de crescimento. A auto-renovação também ajuda você a permanecer disciplinado e focado em seus objetivos e valores.

(Nota resumida: um benefício fundamental que Covey ignora é que a auto-renovação enfraquece os impactos negativos do estresse. Isso reformula o valor do autocuidado: ele não faz você se sentir melhor mascarando ou distraindo você de seus problemas, mas sim ajudando você a superá-los.)

Como fazer

Covey aconselha praticar quatro aspectos da auto-renovação:

  1. Físico — Alimente-se bem, pratique exercícios físicos e durma e relaxe o suficiente.
  2. Espiritual — Isso pode incluir orar, meditar, ler e passar tempo na natureza.
  3. Mental — Leia, escreva e exponha-se a novas informações.
  4. Social/emocional — Como a saúde emocional está intimamente ligada às interações sociais, Covey argumenta que essa forma de auto-renovação, na verdade, vem da prática dos hábitos 4 a 6.

Concentre-se no que é mais importante

Os minimalistas desenvolveram categorias semelhantes, não com o objetivo expresso de se renovarem, mas sim como uma forma de se concentrarem nas coisas mais importantes, a fim de eliminar o excesso e viver uma vida mais simples. No entanto, organizar sua vida nessas áreas também pode contribuir para a renovação pessoal. Minimalismo , Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus descrevem cinco valores fundamentais (alguns dos quais se sobrepõem às quatro dimensões de Covey):

  • Saúde— Alimente-se bem e pratique exercícios físicos.

  • Relacionamentos— Abandone relacionamentos improdutivos e invista em relacionamentos significativos.

  • Paixões— Busque uma paixão motivada por uma missão, em vez de carreira e status.

  • Crescimento— Faça pequenas mudanças diárias que contribuam para um crescimento substancial ao longo do tempo.

  • Contribua com os outros— Sirva à sociedade e ajude os outros a crescer.

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Aqui está uma prévia do restante do resumo em PDF do livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, da Shortform:

Leia o resumo completo em PDF

Resumo em PDF Introdução resumida

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Em aulas, livros e cursos de treinamento, Covey dedicou sua carreira a ensinar pessoas sobre gestão empresarial, habilidades de liderança e desenvolvimento pessoal, acumulando diversos prêmios por seu trabalho.

Conecte-se...

Resumo em PDF Parte 1 | Introdução aos hábitos: mude sua perspectiva

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Comportamento nº 2: Ela dá liberdade aos funcionários para trabalharem de forma independente e verifica periodicamente para oferecer apoio.

Resultado nº 2: Seus subordinados têm autonomia para abordar cada projeto com o máximo empenho, mesmo que tenham uma abordagem diferente da do supervisor. Além disso, essa liberdade demonstra aos funcionários que o supervisor confia neles, o que os motiva a trabalhar com dedicação e a ter um bom desempenho.

Covey explica que todos têm uma colcha de retalhos de perspectivas que são influenciadas por uma vida inteira de exposição ao mundo —família, educação, trabalho, religião, amigos e cultura. Ironicamente, embora nossas perspectivas determinem todos os nossos pensamentos, ações e emoções, estamos tão acostumados a elas — como um peixe na água — que raramente percebemos que elas existem, muito menos questionamos sua precisão. Por exemplo, suas crenças políticas são uma lente através da qual você vê os eventos e as pessoas. Pense na última vez que você reagiu emocionalmente ao discurso de um presidente (seja de forma positiva ou negativa); por quanto tempo você parou para questionar por que se sentiu assim e quais perspectivas influenciaram sua interpretação desse discurso?

Desperte o Gigante Interior: Perspectivas Stem...

Resumo em PDF A lógica por trás dos sete hábitos

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  • Elas são uma expressão do seu caráter, pois surgem sem nenhum esforço consciente para se retratar de uma maneira específica.

  • São reforços poderosos porque persistem independentemente do seu esforço consciente.

Como explicam os autores Peter C. Brown, Henry L. Roediger III e Mark A. McDaniel em Make It Stick: The Science of Successful Learning, esse é o ponto crucial do valor dos hábitos: quando um comportamento se torna subconsciente, ele fica no piloto automático, deixando sua mente consciente livre para lidar com outras coisas.

Em outras palavras, os hábitos basicamente colocam o bom comportamento no piloto automático. Isso faz duas coisas essenciais:

  • Isso garante que você mantenha o comportamento a longo prazo.

  • Preserva sua energia mental para mais boas escolhas.

Além disso, Covey prescreve os sete hábitos em uma sequência específica, que visa promover uma perspectiva interdependente, que ele afirma ser crucial para ser eficaz em todos os aspectos da vida — do casamento à família e ao local de trabalho. Pessoas interdependentes podem cuidar de suas próprias necessidades, mas também reconhecem que uma equipe colaborativa ou parceria é maior do que a...

O que dizem os nossos leitores

Este é o melhor resumo de Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes que já li. Aprendi todos os pontos principais em apenas 20 minutos.

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Resumo em PDF Parte 2: Melhore sua independência | Hábito 1: Tome a iniciativa

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  • Pessoas com um locus de controle externo (como pessoas influenciadas externamente) culpam suas circunstâncias por forças externas sobre as quais não têm controle. Elas negam a responsabilidade pelos fracassos, bem como o crédito pelos sucessos, deixando-as sem confiança e sem poder.

  • Pessoas com um locus de controle interno (como aquelas que tomam iniciativa) acreditam que têm um impacto direto sobre o seu futuro. Elas aprendem com os fracassos e tentam melhorar para situações futuras.

De acordo com Achor, essa sensação de controle contribui para aumentar a motivação, diminuir o estresse, fortalecer os relacionamentos, melhorar a comunicação e a resolução de problemas, aumentar a satisfação no trabalho e melhorar a saúde física.

Covey faz questão de distinguir tomar iniciativa de ser otimista cegamente. (Nota resumida: essa diferença se manifesta na forma como as pessoas respondem à desigualdade racial sistêmica, especialmente porque a questão tem sido mais amplamente divulgada e reconhecida nos últimos anos.)

  • Os tomadores de iniciativa aceitam realidades difíceis e determinam como...

Resumo em PDF Hábito 2: Visualize a vida que você deseja

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(Nota resumida: enquanto Covey sugere encontrar clareza imaginando-se no fim da vida e trabalhando retroativamente, o autor e psicólogo organizacional Benjamin Hardy aconselha fazer o contrário: imagine o que você faria se tivesse apenas um mês de vida, mas não pudesse contar a ninguém sobre seu prognóstico. E se você tivesse um ano? Cinco anos? Sua explicação sugere que a urgência de decidir o que você faria com apenas um mês destaca o que é mais importante, enquanto expandir essa visão para um ano e depois para cinco anos ajuda a esclarecer como equilibrar esses valores com a logística necessária do dia a dia — por exemplo, talvez você pudesse negligenciar o trabalho e passar apenas um mês com seus entes queridos, mas não cinco anos.)

Com isso em mente, Covey recomenda criar uma declaração de missão pessoal (vamos chamá-la de manifesto pessoal para enfatizar a paixão por trás dela e a ação diária que ela visa inspirar). Esse é um documento vivo que abrange quem você quer ser e o que quer fazer. Seu manifesto ajuda a mantê-lo focado em seus objetivos gerais para que você possa garantir...

Resumo em PDF Hábito 3: Priorize o importante em detrimento do urgente

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  • Ação: Dedique tempo a essas tarefas.

Categoria 3: Urgente, mas não importante

  • Tipos de tarefas: Coisas que outras pessoas querem que você faça, mas que não contribuem para seus objetivos e valores (como tarefas sem importância).
  • Esse tipo de atividade pode consumir seu precioso tempo e energia, sem agregar muito valor à sua vida. Algumas pessoas nem percebem que essas questões não são importantes, presumindo que urgência implica importância.
  • Ação: Delegar.

Categoria 4: Nem urgente nem importante

  • Tipos de tarefas: Lazer e entretenimento (como navegar nas redes sociais).
  • Essas atividades não contribuem em nada para a sua vida, e pessoas eficazes tendem a evitá-las.
  • Ação: Pare de realizar essas tarefas.

Covey afirma que pessoas eficazes compreendem o valor de investir proativamente em atividades da Categoria 2 — e é mais fácil reconhecer o que é importante (e o que não é) depois de definir seus objetivos e princípios, como você fez no Hábito 2.

Desenvolva habilidades de gerenciamento de tempo para complementar as ferramentas

Embora Covey não dê crédito, essa matriz de gerenciamento de tempo foi, na verdade, criada pelo presidente Dwight D....

Resumo em PDF Parte 3: Melhorar as habilidades interpessoais | Hábito 4: Buscar benefícios mútuos

... </td> In interdependent relationships, Win/Win is usually the only viable option because it preserves the relationship’s health. </tr> Win/Win or No Deal:

Everyone Wins, or No One Does </td> Sometimes a Win/Win resolution is impossible, and it’s better for the relationship to drop the negotiation altogether. This is not always possible (for example, you can’t abandon your kids if you don’t see eye-to-eye with them). If that’s the case, take a compromise, which is a low form of the mutually beneficial approach. (Shortform note: This may not characterize a particular leadership type, but there are leaders who know when to leave a deal on the table—and those who don’t.) Sacrificing the negotiation for the sake of the relationship raises the odds of successfully collaborating in the future. </tr> Win/Lose:

Either I Beat You or You Beat Me </td> Everything is a competition; your success must come at the expense of...

Resumo em PDF Hábito 5: Ouvir e compreender primeiro o outro

...

If you don’t have a solid relationship with the other person or show a genuine interest in what she’s saying, mimicry can come off as insulting. </td> Your spouse says, “I hate this job. It’s just wasting my time.”

You respond, “You can’t stand your job. You feel like it’s a waste of time” </td> </tr> Stage 2 Rephrasing the content You have to actually process what the other person said. Your response is dominantly logic-oriented; it doesn’t address the other person’s emotions. In response to your spouse, you say, “You’re tired of your job and you don’t think it will help you in your career path.” Stage 3 Reflecting the feelings the person is expressing You pick up on how the other person is feeling, which helps you begin to understand their perspective. Your response is based in emotion; it doesn’t incorporate logic. Your response to your spouse is, “You’re feeling frustrated and exasperated.” Stage 4 ...

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1) Parágrafo para entender o essencial
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Resumo em PDF Hábito 6: Colabore para criar possibilidades

...

  • Muitas vezes leva a um compromisso, uma versão inferior de uma solução mutuamente benéfica.
  • </ul> </td> </tr> High

    • Aberto
    • Vulnerável

    </td>

    • As pessoas se sentem à vontade para compartilhar abertamente suas perspectivas porque confiam que os outros tentarão compreender e desenvolver suas ideias.
    • As pessoas buscam soluções mutuamente benéficas.

    </td> </tr> </table>

    <!--SSMLContent

    Em um ambiente com baixo nível de confiança, a comunicação é suspeita e defensiva. O resultado: desenvolve-se um ciclo vicioso: esse tipo de comunicação corrói ainda mais a confiança, o que torna as pessoas ainda mais protetoras e defensivas. As pessoas adotam estruturas do tipo Ganhar/Perder ou Perder/Ganhar.

    Em um ambiente de confiança moderada, a comunicação é educada e respeitosa, embora as pessoas evitem se abrir o suficiente para arriscar confrontos. O resultado: as pessoas compreendem intelectualmente as posições umas das outras, mas não avaliam seus próprios paradigmas nem abrem suas mentes para novas possibilidades. Isso muitas vezes leva a um compromisso, uma versão inferior de uma solução mutuamente benéfica.

    Em um ambiente de alta confiança, a comunicação é aberta e vulnerável. As pessoas sentem...

    Resumo em PDF Parte 4 | Hábito 7: Pratique a auto-renovação

    ...

    Como fazer

    Covey prescreve a auto-renovação em quatro dimensões e explica como cada uma delas se relaciona com os seis hábitos anteriores:

    1. Físico: Alimente-se bem, pratique exercícios físicos e durma e relaxe o suficiente. Isso requer a iniciativa aprimorada no Hábito 1 (por exemplo, ir à academia ou preparar o jantar em vez de comer fast food) e, cada vez que você faz uma escolha saudável, fortalece essa disciplina.
    2. Espiritual: Isso pode assumir muitas formas, como oração, meditação, leitura, escrita e passar tempo na natureza. Isso não apenas inspira e eleva você, mas também o reconecta ao seu centro e aos seus princípios (Hábito 2).
    3. Mental: Exercite sua mente lendo, escrevendo e expondo-se a novas informações. Você precisa de uma mente afiada para as práticas de organização e programação dos hábitos 2 e 3, e para se comunicar efetivamente com os outros (hábito 5).
    4. Social/emocional: Covey argumenta que, uma vez que a sua saúde emocional está intimamente ligada às suas interações sociais, essa forma de auto-renovação vem, na verdade, da prática dos hábitos 4 a 6. Para praticar esses hábitos de forma eficaz, você precisa de um forte senso de segurança pessoal, que é construído através da vida em...