Resumo em PDF:Dar e receber, por Adam Grant
Resumo do livro: Aprenda os pontos principais em poucos minutos.
Abaixo está uma prévia do resumo do livro Give and Take, de Adam Grant, feito pela Shortform. Leia o resumo completo e detalhado na Shortform.
Resumo de uma página em PDF de Dar e Receber
As pessoas se enquadram em um dos três estilos de reciprocidade. Os doadores gostam de dar mais do que recebem, prestando atenção às necessidades dos outros. Os tomadores gostam de receber mais do que dão, vendo o mundo como um lugar competitivo e cuidando principalmente de si mesmos. E os equilibradores equilibram e dão com base na reciprocidade, dispostos a trocar favores, mas cuidadosos para não serem explorados.
Desses três estilos, qual você acha que tende a ser o mais bem-sucedido? Você pode pensar que os agressivos saem na frente, mas o professor Adam Grant, da Wharton, argumenta que os generosos são, na verdade, os mais bem-sucedidos. Em Give and Take, aprenda como os generosos constroem redes maiores e mais solidárias, inspiram mais criatividade em seus colegas e alcançam as negociações mais bem-sucedidas.
(continuação)...
O comportamento e a simpatia não são sinais confiáveis de generosidade. Existem pessoas generosas que são desagradáveis e pessoas agradáveis que são egoístas.
Como agir como um doador
“Generosidade recíproca”é uma postura eficaz a ser adotada por quem dá. Comece confiando na pessoa e sendo generoso. Se ela responder aceitando e competindo com você, mude para uma relação de igualdade. Mas, de vez em quando, perdoe a pessoa e dê novamente, para permitir que ela se redima. Esse perdão evita um ciclo vicioso de aceitação e competição após um único contratempo.
Os doadores praticam a comunicação impotente fazendo perguntas, sinalizando vulnerabilidade e buscando conselhos. A comunicação impotente é eficaz porque as pessoas são naturalmente céticas em relação às intenções, irritam-se quando recebem ordens e têm seus próprios egos para proteger. Quando os doadores fazem perguntas e indicam vulnerabilidade, eles se tornam acessíveis, mostram receptividade a novas ideias e aprendem novas informações que os ajudam a persuadir. Isso torna as vendas e negociações mais eficazes.
- Em contrapartida, os aproveitadores praticam uma comunicação poderosa para dominar o cenário, o que os faz parecer mais autoritários, mas afasta as contrapartes por medo de retaliação.
- No entanto, uma comunicação poderosa funciona quando os ouvintes são seguidores dedicados (imagine Steve Jobs falando com veemência aos fãs da Apple).
Como evitar ser empurrado
O maior risco de ser uma pessoa generosa é dar demais de si mesmo, às suas próprias custas. Você dedica muito do seu tempo e energia e acaba ficando com muito pouco para si mesmo; você deixa que os outros aproveitem oportunidades que deveriam ser suas.
A mentalidade para se proteger contra isso: o interesse próprio e o interesse alheio não se encontram no mesmo espectro. Você pode ser motivado pelo interesse próprio e pelo interesse alheio ao mesmo tempo, praticando a “generosidade altruísta”. Isso permite que os doadores evitem ser aproveitados e dar demais de si mesmos ao doar.
Ser generoso pode levar a possíveis armadilhas, cada uma com soluções específicas:
- Quem pratica a generosidade altruísta está sujeito ao esgotamento. Para reduzir isso, deixe claro o impacto da sua generosidade e divida-a em menos intervalos de tempo, para preservar mais do seu tempo pessoal.
- As pessoas generosas tendem a não defender seus próprios interesses por medo de ofender a outra parte. Elas são mais eficazes quando defendem os interesses de outras pessoas (como a família ou uma causa), pois isso está alinhado com sua postura generosa. Por exemplo, em uma negociação para obter um aumento salarial, não apresente isso como algo justo para você como pessoa, mas sim como uma forma de ajudar sua família a se mudar para uma casa de tamanho mais adequado.
- Ao negociar, os doadores muitas vezes sentem empatia pela contraparte, o que os faz temer serem demasiado repulsivos e, por isso, diminuem os seus interesses pessoais. Para evitar isso, adote a perspectiva objetiva e os interesses da outra pessoa. Compreenda o que ela realmente quer e encontre maneiras de aumentar o bolo.
- Os doadores podem ser propensos à falácia do custo irrecuperável, em que desperdiçam dinheiro em algo que já não tem retorno. Mas, na realidade, isso não é um problema tão grande quanto se possa pensar — os doadores tendem a aceitar evidências contraditórias mais do que os aproveitadores, que querem estar sempre certos e veem os erros como ameaças ao seu ego.
Como criar uma cultura de doação
Os grupos se beneficiam quando todos se tornam doadores. Ideias melhores são trocadas, o trabalho se torna mais eficiente e os conflitos são reduzidos.
Em seu grupo ou organização, promova uma cultura de doação:
- Recompensar publicamente comportamentos generosos.
- Criando um círculo de reciprocidade.
- Um grupo de pessoas se reúne e cada uma faz um pedido ao grupo, que pode variar de dicas de carreira a ideias de viagem. O restante do grupo oferece ajuda.
- Embora as pessoas normalmente não queiam admitir que precisam de ajuda, neste grupo todos são obrigados a fazer um pedido, por isso não há motivo para se sentirem envergonhados. Isso torna o ato de pedir ajuda um comportamento padrão e público.
- Estabelecer padrões baixos para doações.
- Ao solicitar doações para instituições de caridade, a frase “até mesmo uma moeda ajuda” diminui a barreira e as pessoas doam mais.
- Pratique a regra dos 5 minutos: se você pode ajudar alguém em cinco minutos, não há motivo para não ajudar.
- Tornar o comportamento generoso público e esperado. Mesmo que os aproveitadores não queiram contribuir, eles têm que cooperar ou parecerão pouco prestativos.
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- Exercícios interativos: aplique as ideias do livro à sua própria vida com a orientação dos nossos educadores.
Aqui está uma prévia do restante do resumo em PDF do livro Give and Take, da Shortform: