Quando nos deparamos com um conflito, a maioria de nós instintivamente recorre à negociação posicional, uma tática de “inflexibilidade” em que cada lado luta por uma exigência rígida. Embora comum em tudo, desde a venda de carros usados até a diplomacia internacional, essa abordagem de cabo de guerra muitas vezes leva a acordos paralisados e relacionamentos prejudicados. De acordo com os teóricos da negociação Roger Fisher e William Ury, a chave para um resultado bem-sucedido não é jogar “duro” ou “suave”, mas mudar para uma estratégia que priorize o ganho mútuo e a justiça objetiva. Este artigo explora por que a negociação posicional não atende aos três critérios de uma negociação inteligente: eficiência, eficácia e
As armadilhas da negociação posicional e o que fazer em vez disso










